sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Motos entre os carros

Uma das mudanças mais polêmicas proposta na reforma do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a proibição para que motociclistas trafeguem nos corredores entre carros deverá enfrentar dificuldades para ser aprovada no plenário da Câmara. Deputados se posicionaram contra a proposta sob a alegação de que a aplicação é inexequível. Defensores da medida argumentam que a proibição vai reduzir o número de acidentes e aumentar a segurança.
E você o que acha desta proposta?

"Muitos brasileiros abrem mão de boa habitação para não depender de transporte público ineficiente."

O Jornal Nacional da emissora Globo, apresenta uma série esta semana sobre o trânsito (lê-se caos) nas cidades brasileiras.

Trânsito influencia a maneira como as cidades crescem no Brasil
Por causa de dificuldades para cruzar as grandes cidades brasileiras, é melhor morar perto do trabalho . Por isso, muita gente vive em favelas para não depender de um sistema de transporte ruim.
Assista a terceira parte abaixo:


quinta-feira, 26 de novembro de 2009

"são carros demais com pouca gente dentro"

O Jornal Nacional da emissora Globo, apresenta uma série esta semana sobre o trânsito (lê-se caos) nas cidades brasileiras.
Congestionamentos impactam o meio ambiente

A fumaça que sai dos escapamentos é responsável por 40% da poluição nas duas maiores cidades do país. E mais: o transporte, sozinho, já representa 9% das emissões de gases do efeito estufa.

Assita a segunda parte abaixo:

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

"Transporte de massa tem que melhorar muito."

Congestionamentos causam vários problemas nas metrópoles brasileiras

O Jornal Nacional da emissora Globo, apresenta uma série esta semana sobre o trânsito (lê-se caos) nas cidades brasileiras. Percebendo assim que os congestionamentos são perda de tempo, de saúde e de dinheiro. Quem pega um ônibus, por exemplo, paga os custos do engarrafamento na passagem.

Confira a primeira parte abaixo:

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Carona faz bem para a saúde



Encarar o trânsito sempre sozinho no carro pode levar a sérios problemas de saúde física e mental .


O hábito da carona pode fazer muito bem à saúde mental e física de qualquer pessoa. Isso é o que garante o médico Geraldo Caldeira, diretor científico do departamento de medicina psicossomática da Associação Médica de Minas Gerais. "Dar ou receber uma carona traz dois efeitos imediatos: diminui o número de carros nas ruas, além de atenuar o estresse", explica. De acordo com Caldeira, o simples fato de dirigir acompanhado de outra pessoa pode normalizar os níveis hormonais alterados pelo estresse. "O motorista se distrai, vai conversando, fica mais tranquilo e se preocupa com situações de cobrança. Já sozinho no carro a pessoa tende a aumentar sua irritabilidade e impaciência no trânsito, e o efeito disso pode ser devastador no organismo", explica. Segundo o especialista, os prejuízos causados pelo estresse ao volante são muitos. Além de alterar os níveis de cortisona e glóbulos brancos no sangue, a adrenalina é exacerbada nesta condição. "Em excesso, tudo isso fatalmente causa aumento da pulsação e da pressão arterial, fazendo crescer o risco de acidente vascular cerebral (AVC). Aumenta o risco também de desenvolver-se angina, infarto, reumatismo e diabetes", alerta Caldeira.Para o médico e pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Geraldo Brasileiro Filho, se em larga escala muitos deixassem o carro em casa para ir de carona com um conhecido para um destino comum, teríamos uma sensível redução nos casos de doenças do pulmão na capital como bronquite, asma e enfisema pulmonar. "Há estudos que já relacionam a poluição com casos de câncer e doenças do coração. Portanto, qualquer medida viável para reduzir o número de veículos em circulação como a carona traz um efeito positivo, sem dúvida. A sociedade deve despertar para isso logo e ter consciência da necessidade do uso mais racional do automóvel", avalia.Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a UFMG, mostra que a concentração de poluentes no ar de Belo Horizonte está acima do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).A Organização considera aceitável um nível de 10 mg/m³ de material particulado de poluição. Conforme a análise feita entre maio de 2007 e novembro de 2008, a capital mineira já registra, em média, uma concentração de 15 a 18 mg/m³ de poluentes no ar. Na capital, a qualidade do ar é monitorada desde 1995 pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) por meio de nove estações instaladas em Belo Horizonte, Ibirité e Betim. "Em geral, podemos dizer que temos um padrão de qualidade do ar de regular a boa na Grande BH, mas a frequência com que tem se chegado a níveis regulares e inadequados tem aumentado assustadoramente desde 2006", revela a pesquisadora Elisete Gomides Dutra, gerente de gestão da qualidade do ar da Feam.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Imagens mostram a imprudência em ruas e estradas brasileiras

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Região Metropolitana de Belo Horizonte sobre trilhos

Ontem , dia 4 de novembro de 2009, a a Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte, a Prefeitura Municipal de Betim e a Empresa de Transporte e Trânsito de Betim (Transbetim), organizaram, com apoio da Sociedade Mineira dos Engenheiros (SME), o seminário Região Metropolitana de Belo Horizonte nos Trilhos. Este seminário tem como objetivo discutir os principais projetos e as perspectivas para o sistema ferroviário da RMBH, e contou com a participação do Instituto Ruaviva, Prefeitura de Contagem, CBTU, CREA-MG, FCA (Ferrovia Centro Atlântica), entre outros.



quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O Carro Híbrido

Cristina Baddini Lucas
Diretora Instituto Ruaviva
Os híbridos ou veículos verdes e silenciosos devem substituir os carros grandes, ensurdecedores e poluentes no futuro em que o contexto do automóvel volte a ser um simples meio de transporte ao invés de um objeto para exibir riqueza ou poder.
O carro híbrido tem relação direta com a fonte geradora de força e não o combustível utilizado. O automóvel híbrido é um cruzamento entre um automóvel movido a gasolina e um carro elétrico. O automóvel que usa mais de um combustível é conhecido com flex, porque muda o combustível, mas a fonte geradora é a mesma (motor a combustão interna, ciclo otto). Já o carro híbrido apresenta duas fontes geradoras de força, um motor a combustão interna que pode inclusive ser flex e normalmente um ou mais motores elétricos.
Recupera energia e armazena na bateria

O veículo híbrido utiliza energia elétrica armazenada em baterias que são carregadas exatamente quando o carro está funcionando com o motor a combustão. A escolha do motor utilizado a cada trecho do percurso é controlada por um computador que também mostra para onde a energia está indo.
Você pode se perguntar por que alguém construiria uma máquina tão complicada, quando a maioria das pessoas está perfeitamente feliz com seus carros movidos a gasolina ou álcool. As razões são duas: a redução da emissão de poluentes e a redução do consumo de combustível.
Os veículos híbridos estão ganhando popularidade nos países mais desenvolvidos, apesar de custarem cerca de 15% mais caros do que os equivalentes a gasolina.

Baixa emissão

Na questão das emissões, a Califórnia estabelece a quantidade de poluentes que um automóvel pode emitir naquele estado americano. O nível geralmente é especificado em gramas por quilômetro (g/km). Por exemplo, o padrão para veículo de baixas emissões (LEV) é de 2,1 g/km de monóxido de carbono. O importante aqui é que a quantidade de poluição permitida que não depende de quantos quilômetros o carro faz com um litro. Entretanto, um carro que queima duas vezes mais gasolina para andar um quilômetro gerará aproximadamente duas vezes mais poluentes. Esta poluição precisará ser removida pelo equipamento de controle de emissões no carro. Portanto, a diminuição no consumo de combustível de um carro é um dos modos mais garantidos de reduzir as emissões.
Dirigir um carro híbrido é como dirigir um carro automático. No momento existem poucos carros híbridos no mercado mundial. Ainda não há previsão para o início das vendas de carros híbridos no Brasil, mas algumas montadoras já acenam nessa direção com iniciativas mesmo que tímidas como test driver de alguns modelos americanos.

Ônibus híbridos

Em algumas cidades do mundo pode-se viajar de ônibus híbridos: Londres tem uma série de ônibus desse tipo de um e de dois andares circulando nas ruas. Em nossa região também existe ônibus híbrido circulando experimentalmente no Corredor ABD.
O carro híbrido é sem dúvida um avanço ecológico, mas ainda existe o problema do espaço que os carros ocupam nas metrópoles. Espero que o conceito de veículo mude sensivelmente uma vez que o carro ainda é visto como símbolo de status social. A solução ideal para nossas viagens cotidianas ainda é um bom transporte público coletivo, além da bicicleta ou do caminhar pela cidade.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Uma prioridade equivocada

*Cristina Baddini
Diretora Instituto Ruaviva

Na Grande São Paulo, o total de carros cresce oito vezes mais rápido que a população. Em fevereiro, a frota paulistana ultrapassou os 6 milhões de veículos, um para cada dois moradores. Os congestionamentos chegam a mais de 200 km no horário do pico.

Por conta disto, o governo do estado decidiu investir R$ 1,3 bilhão para construir 23 km de pista de cada lado do rio Tietê, com três novas faixas em cada uma, além de um conjunto de obras acessórias, como pontes, viadutos e alças de acesso. As marginais que correm paralelas ao rio e ligam as zonas Norte, Sul e Oeste da cidade e também servem de acesso ao aeroporto de Cumbica e às rodovias Anhangüera, Bandeirantes, Castelo Branco, Dutra, Fernão Dias e Ayrton Senna foram construídas há 52 anos e entraram em colapso faz tempo.

Mas, a questão é: vai resolver o problema do trânsito? Acredito que sequer amenize o tráfego. O problema vai muito mais além da construção de mais pistas na marginal: - para onde irão os carros que ocuparão as novas pistas? Sim porque os carros não aparecem do nada nem desaparecem após trafegarem na marginal. Eles vêm e vão de estradas, ruas e avenidas que já estão superlotadas e completamente paradas. É o mesmo que aumentar o diâmetro de um cano d’água de sua casa, sem aumentar a entrada de água nem a torneira.

Portanto, São Paulo gastará R$ 1,3 Bilhão para ter mais carros presos nas marginais. Me parece um estacionamento caro demais.
Para aqueles que dirigem seus automóveis para São Paulo vindos de outras cidades, a solução é criar transportes coletivos para os que moram em outras cidades e trabalham em São Paulo. O investimento em transporte coletivo para retirar aqueles que ocupam as marginais para ir e voltar do trabalho dentro de São Paulo produziria uma redução nos congestionamentos muito maior na marginal, do que fazer novas pistas.
Outra alternativa seria a construção de uma linha de metrô acompanhando a marginal pois mais pessoas seriam atendidas, mais carros sairiam das ruas e o trânsito melhoraria mais. Isto sem falar na redução da poluição.

A construção de novas pistas na marginal do Tietê terá também como consequência a redução da área permeável da cidade. Sabe-se que haverá uma compensação ambiental, mas nem todas as árvores serão plantadas exatamente na marginal. A cidade vai sim perder permeabilidade. Com essa obra serão perdidos 19 hectares – como se fossem 19 quadras da cidade de área permeável a transformada asfalto. A compensação ambiental, por meio do plantio de árvores não ser irá compensar adequadamente uma vez que as árvores serão plantadas em áreas verdes, que já são permeáveis hoje.

Se a rede viária da cidade for ampliada indiscriminadamente, aumentando cada vez mais a impermeabilização do solo, teremos cada vez mais problemas de drenagem. Portanto, é preciso planejar a expansão urbana, e isso é uma coisa que até hoje não ocorre na metrópole de São Paulo. Não há planejamento metropolitano. Cada município faz aquilo que bem entende, não há dialogo entre eles. E os rios, infelizmente, não obedecem a limites municipais.

A população da Grande São Paulo clama por uma alternativa consistente, pois essa a gente já viu que não vai dar certo.

Visite também o blog: http://olhonotransito.blogspot.com/

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Todos devem respeitar

sexta-feira, 9 de outubro de 2009


quinta-feira, 8 de outubro de 2009

22 de setembro - Campinas - Arte e Mobilidade

Para a mobilização da população de Campinas , a EMDEC - Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas - organizou dois eventos, no dia 22 de setembro, na Estação Cultura.

1 - A intervenção artística "SETAMANCO", da artista plástica Lia Chaia, foi realizada na Rua Lidgerwood, das 9 às 16 horas. Foi fechado o trânsito de veículos e os visitantes utilizaram tamancos de madeira em formato de setas (frente, atrás, direita e esquerda), para percorrerem um percurso definido na rua.



2 - Já no auditório do Ceprocamp (ao lado da Estação Cultura), foi realizado o Seminário "Acidente x Velocidade: um olhar a partir da mecânica e cinética", das 13 às 17 horas. O evento, aberto ao público, foi gratuito; e era parte do ciclo de palestras "Conversas sobre a Mobilidade Urbana". Participaram do encontro o professor da Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Celso Arruda, e o professor-doutor do Instituto de Física da UNICAMP, Julio Cesar Hadler Neto. No seminário, será discutido a questão da acidentalidade e seus condicionantes.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

22 de Setembro - BH - Pedalada

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Hoje é o Dia

9ª Jornada Na Cidade Sem Meu Carro

Campinas



Hoje é o Dia

9ª Jornada Na Cidade Sem Meu Carro

O prefeito Eduardo Paes foi trabalhar de bicicleta, como havia prometido, para aderir à campanha do Dia Mundial Sem Carro.O prefeito percorreu o percurso de 20 quilômetros em torno de 1h25m. Ele saiu da Gávea Pequena, às 5h39m e chegou em Botafogo às 7h04m.

Ps: Foto de Márcia Foletto. Retirada do site do jornal O Globo.

Hoje é o Dia

9ª Jornada Na Cidade Sem Meu Carro

O site Globo.com reuniu a programação das cidades com maior frota de automóveis de passeio, segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre. CONFIRA CLICANDO AQUI!!

Hoje é o Dia

9ª Jornada Na Cidade Sem Meu Carro


segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Pedal Manifesto - Belo Horizonte

O Desafio Intermodal de São Paulo

Betim


Automóveis e sustentabilidade

Nazareno Stanislau Affonso é Diretor do Instituto RUAVIVA, coordenador do MDT(Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Públicode Qualidade) e do escritór o da ANTP Brasília, integrante do Conselho das Cidades e daCoordenação do Fórum Nacional da Reforma Urbana.

Em 2007 o governo e a indústria automobilística comemoraram a fabricação dos 50 milhões de veículos em 50 anos, colocando o Brasil no 9º lugar entre os produtores e 11º exportador mundial. A Anfavea dizia que os próximos 50 milhões deveriam acontecer em 15 anos, caso o governo desse "estímulo ao consumo interno, apoio à engenharia e incentivo à produção e exportação".
Os automóveis e as motocicletas estão no centro da crise de mobilidade, figurando entre as principais causas dos congestionamentos, do aumento da poluição e dos acidentes com mortos e feridos, com as cidades pagando alto custo, principalmente os usuários de transportes coletivos. Em 1998, pesquisa sobre congestionamentos em dez capitais, do Ipea/ANTP, apontava um custo de R$ 5 bilhões, responsável por 15% de aumento das tarifas públicas.
Enquanto o transporte público urbano espera por medidas de desoneração tributária, justiça social nos pagamentos das gratuidades - hoje pagas pelos usuários - e investimentos em infraestrutura, o governo federal e os estados
de São Paulo e Minas Gerais injetaram R$ 8,5 bilhões para manter os financiamentos para automóveis, sob pretexto de que seu bom desempenho favorece a economia.
Em 2008 os fabricantes de automóveis foram ajudados pela isenção da Cide-combustíveis, pela redução da alíquota do IOF na compra de motocicletas, motonetas e ciclonetas por pessoas físicas, e pela redução do IPI da indústria automobilística, representando importantes renúncias fiscais. A Fenabrave festejou um crescimento de 27,8% nas vendas entre 2006 e 2007, atingindo 2,3 milhões de automóveis comercializados. Em2008 festejou novo recorde, o maior da história, crescendo 14% sobre 2007 (de 2,3 milhões para 2,6 milhões), a despeito da crise internacional que afetou profundamente a indústria automobilística em todo o mundo. Os dados são contundentes quanto às perdas sociais e econômicas que esse modelo de mobilidade promove no país: o transporte público, uma solução sustentável e que cria cidades mais baratas e eficientes, recebe seu primeiro golpe, quando a Constituição passa a competência para os municípios investirem e gerirem os transportes públicos, sem prover os recursos condizentes, além de inviabilizar as propostas de se criar um fundo de investimentos permanente para essa política. Nessa política rodoviarista e focada
nos automóveis, houve o fim dos bondes, as ferrovias urbanas foram sucateadas, e os ônibus perderam 20 bilhões de passageiros entre 1992 e 2005, deixando de arrecadar R$ 29 bilhões (ANTP) .
Como o uso do automóvel relaciona-se à renda da população, fica claro o abismo existente entre o consumo dos que ganham até R$ 250 e mais de R$ 3.600: para os últimos, o consumo de energia é 9 vezes maior, o de combustível 11 vezes, despejam 14 vezes mais poluentes no meio ambiente e 15 vezes mais acidentes de trânsito.
Comparando o transporte público com os automóveis, vemos mais absurdos: os automóveis são responsáveis por 83% dos acidentes; 76% da poluição e sofrem apenas 38% dos congestionamentos dos quais são a maior causa, enquanto os que usam transporte público sofrem 62%.
Com relação aos subsídios totais ao transporte urbano nas regiões metropolitanas por modo: autos/motos/táxi recebem
de R$ 10,7 bilhões a R$ 24,3 bilhões/ano (86% dos recursos), enquanto os transportes públicos recebem de R$ 2 bilhões a R$ 3,9 bilhões (14%), apesar de transportarem 31% das viagens contra 30% dos automóveis. Esses subsídios referem-se apenas à compra e licenciamento de veículos, operação direta, estacionamento e externalidades
não cobradas (poluição, acidentes, congestionamento).
Embora não haja aqui espaço para se aprofundar sobre o que levou o país a optar por essa política de mobilidade centrada nos automóveis, que aumenta a exclusão social e a poluição e promove um genocídio no trânsito, é possível demonstrar que há soluções, mas que pressupõem vontade política, responsabilidade pelo futuro das próximas gerações e pela sustentabilidade do planeta. Para isso, utilizarei algumas das propostas apresentadas pelo MDT (Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de qualidade para todos) na 8ª Jornada
Brasileira Na cidade, sem meu carro, cuja campanha era "a rua é das pessoas e não dos carros":
1. Transformar os estacionamentos na via pública em aumentos de calçadas, ciclovias e faixas exclusivas de ônibus, ou em jardins, limitando o estacionamento nos centros urbanos aos residentes;
2. Garantir que todo investimento em novas ruas, incluindo os viadutos, seja para pedestres, ônibus e bicicletas;
3. Utilizar faixas de vias, hoje dos automóveis, para implantar corredores exclusivos de ônibus, e que esses sejam fiscalizados para não serem invadidos;
4. Criar um fundo de mobilidade urbana municipal com recursos provenientes da Cide-combustível, de pedágios urbanos e da taxação de estacionamentos, prestando conta publicamente, todo ano, da sua aplicação;
5. Promover o planejamento racional das ruas pela prefeitura, integrando as linhas de ônibus, as bicicletas, as calçadas acessíveis e os carros às linhas de ferrovia e metrô e aos corredores exclusivos de ônibus.
Nosso sonho é construir cidades em que os vários espaços sociais sejam valorizados, promovendo a inclusão da cidade real .

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Vaga Verde de São Paulo

Manifestantes colocam colchão na rua em protesto contra excesso de carros em SPManifestantes colocaram um colchão em uma faixa da Rua Padre João Manuel, próximo à Avenida Paulista, em São Paulo, na tarde desta sexta-feira (18). Denominado "Vaga Viva", o protesto tem como objetivo mostrar como as vias públicas podem ser utilizadas na ausência de carros. A manifestação ocorre às vésperas do Dia Mundial Sem Carro, que acontece na próxima terça-feira (22). Conforme o Movimento Nossa São Paulo, além de estimular as pessoas a deixarem seus carros em casa, a data serve para “lutar por um transporte público de qualidade, por menos poluição do ar, por respeito ao pedestre, por mais ciclovias”
Fonte : G1 Notícias
Foto:
José Luis da Conceição/AE

Ouro Preto

Ano Passado, no dia 16 de setembro, o Grupo Pparalelo de Arte Contemporânea empacotou 3 carros em praças do centro da cidade de Limeira, gerando impacto visual e levando para o interior de São Paulo uma nova forma de protestar.

No dia 22 de setembro deste ano, o Grupo realizará uma intervenção artística para as comemorações do Dia Internacional Sem Carro na cidade de Ouro Preto-MG. A cidade foi escolhida devido à sua característica impar de alta freqüência de pessoas dos mais variados lugares do planeta, por constituir-se da presença de um público dotado de olhar investigativo, tal qual o turístico, além da configuração participativa e socialmente comprometida de suas instituições e comunidade local.

Apostando na construção desses novos corredores, o projeto Paisagem Deslocada será produzido a partir de imagens da própria cidade estampadas em grande formato e expostas em dois pontos centrais. Os formatos adotados para o projeto assumem uma identidade intimista através de um varal de 2,5 x 5m, instalado na Rua Antonio Pereira (ao lado do Museu da Inconfidência), e de um painel constituído por 64 travesseiros, mediando no total 4,00 x 5,60m, exposto no trecho da Rua Costa Sena em frente à Igreja de São Francisco de Assis. As imagens reconstroem as paisagens de montanhas e monumentos deslocados de sua estrutura visual original e se fragmentam nas partes do varal e dos travesseiros que serão em parte doados aos parceiros e vendidos aos demais interessados.

A Ourotran, setor responsável pelo trânsito urbano de Ouro Preto, vai fechar esses dois trechos para a circulação de veículos ao longo do dia 22 de setembro, enquanto perdurar a ação artística. Além desse organismo público, outra participação importante para a viabilização do projeto encontra respaldo no apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e da UFOP.

Serão distribuídas filipetas informativas além de conversas entre os mais interessados e os artistas do grupo que estarão presentes nos dois pontos de intervenção.

A atenção usualmente empregada por Ouro Preto para o patrimônio artístico e seu interesse por eventos culturais a coloca como cidade modelo para esse tipo de ação. Caminhar a pé já faz parte da rotina do morador local e surpreende, de modo geral, o turista que a conhece pela primeira vez. O projeto Paisagem Deslocada traduz essas preocupações com qualidade de vida, consciência urbana e sustentabilidade do planeta.

Conheça o Grupo Pparalelo de Arte Contemporânea






Travesseiros

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Desafio Intermodal


Será que realmente os deslocamentos de carro valem à pena?
Hoje, às 18 horas, em Belo Horizonte, vários voluntários realizarão um mesmo deslocamento, cada um usando um meio diferente: carro, ônibus, metrô, moto, bicicleta, caminhada, corrida. O objetivo é comparar estes vários meios de transporte, levando em conta: rapidez, gasto calórico e emissão de poluentes. Todos sairão do bairro Coração Eucarístico, o trajeto é livre , porém todos devem passar obrigatoriamente pela esquina da Afonso Pena com Bahia e chegar na Praça da Savassi, sendo assim percorrerão, aproximadamente, 12 km.
Este desafio é organizado pela associação Mountain Bike BH, para ele está uma forma de buscar "
despertar a atenção da sociedade para maneiras sustentáveis de deslocamento, mostrando que elas podem ser mais eficientes que o transporte motorizado individual - considerando não só a poluição, saúde e interação com a cidade, mas até, em muitas situações, comparando apenas a rapidez."
O Desafio Intermodal acontece em várias outras metrópoles, e em Belo Horizonte está é a 3ª edição em Belo Horizonte.
Saiba mais informações no site da Mountain Bike BH

Em São Paulo

No mesmo horário , em São Paulo, o pessoal da Transporte Ativo realiza o mesmo desafio. Todos devem sair da Praça General Gentil Falcão, altura do número 1000 da Berrini, até a sede da Prefeitura, no Viaduto do Chá.
Mais informações no site da Transporte Ativo


Greenpeace 'fantasia' carros em manifestação contra a indústria.

Tobias Jung -
Especial para o G1, em Frankfurt

O público que chegou ao Salão Internacional do Automóvel de Frankfurt na manhã desta quinta-feira (17) foi surpreendido por um protesto do grupo ambiental Greenpeace. Vestidos com jaquetas amarelas, os voluntários da organização distribuíam folhetos com um texto agressivo sobre o tema da 63ª edição da IAA. Com isso, eles pretendem chamar a atenção para o fato de que a tecnologia para a produção limpa de automóveis existe, mas não está sendo corretamente utilizada.
Leia toda a reportagem no site da G1.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Rio de Janeiro

Na 9ª edição da Jornada Na Cidade Sem Meu Carro, a cidade do Rio de Janeiro adere, mais uma vez, ao movimento. Rio participada da Jornada desde 2005.
No site da Transporte Ativo você confere os avanços ao longo de todos estes anos em que a sociedade civil e a prefeitura da cidade buscam esta parceiria em prol de uma cidade melhor. Este ano eles se uniram "para chamar a atenção para um conceito fundamental para o futuro das cidades, o uso racional do espaço urbano para a circulação. O melhor da iniciativa no entanto é que os efeitos irão perdurar para além do dia 22. As ruas internas de Copacabana irão ter o limite de velocidade reduzido para 30 km/h uma proposta feita pela Transporte Ativo e encampada pelo poder público municipal. Medida que beneficiará imensamente a compatibilização de fluxos em um bairro que não comporta mais automóveis dada a sua enorme densidade." - diz o site.

Entre as ações previstas para o dia no Rio, a principal será a proibição, por meio de decreto, do estacionamento de algumas ruas do Centro da cidade. Esse trecho concentra 510 vagas entre o Rio Rotativo e vagas oficiais. Nos prédios municipais, também será proibido o estacionamento de carros, com exceção apenas para os veículos operacionais.

Para que todos possam deixar o carro em casa, neste dia, os ônibus vão operar com 100% da frota e reduzir o intervalo dos metrôs e ônibus.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Com a palavra ... Henry Ford

Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

IDEIA NOVA NA PARADA.

No início do século XX, os automóveis eram caros, difíceis de dirigir e funcionavam precariamente. Então, criei uma fábrica moderna que produziu um carro simples, acessível e fácil de usar. O resultado, você sabe. A indústria automobilística
explodiu no mundo inteiro, o que mudou o desenho das cidades, até chegarmos à situação em que nos encontramos, com emissoras de rádio dedicadas somente a noticiar o trânsito.
Um tanto por culpa e outro tanto porque sou engenhoso mesmo, pensei num novo produto que vai revolucionar mais uma vez a maneira como vivemos. Ao contrário do que você possa imaginar, não se trata de nada que corteje o discurso da energia sustentável e renovável. Aliás, minha invenção mal precisará de uma energia motora. A gênese da minha ideia é muito simples: parece-me um contrassenso produzir carros cada vez mais potentes, cada vez mais velozes e furiosos, se mal conseguimos engatar a segunda. Não faz sentido imaginar carros com cada vez mais equipamentos de navegação se é difícil chegar à esquina.
A maioria dos carros que andam nas hipercidades são projetados para coisas que eles não podem fazer: mexerem-se.
Foi só juntar um mais um para perceber que precisamos mesmo é de um carro para ficar parado. Isso mesmo. Já estava na hora de lançar o autoimóvel.
Num só projeto, resolvemos os problemas do déficit habitacional e o de trânsito. Esses novos bólides viriam equipados com o que interessa: cama, fogareiro e banheiro químico. O resto do que você precisa tem num celular. Milhões de pessoas finalmente poderiam morar perto do trabalho (caso tivessem a sorte de ficarem num engarrafamento perto dele). O autoimóvel iria promover uma redução de impostos. O IPVA e o IPTU seriam integrados. O Imposto sobre Circulação de Mercadorias também não faria sentido . Tiraríamos pessoas da economia informal. Os flanelinhas seriam promovidos a zeladores. Os ambulantes passariam para o mercado de delivery. Os carros maiores, do tipo SVU, poderiam ser convertidos em área de lazer coletiva, como as praças. Diminuiríamos diferenças sociais entre os bairros. Autoimóveis populares poderiam ser vizinhos de uma perua de luxo.
Um dos efeitos colaterais seria uma inevitável mistura de apelos publicitários praticados pelas indústrias da construção e da automobilística. Já imagino até um anúncio: “Venha morar nas Vivendas do Sedan, motor 0.0, design arrojado, espaço gourmet, o carro mais espaçoso da categoria, parado ali no coração do engarrafamento que mais cresce na Zona Sul”.
O Autoimóvel é uma ideia boa e necessária. E que tem mercado garantido. Pois já nasce com o apoio incondicional das autoridades que estão sempre a fazer túneis, viadutos e outros estímulos para entupir as ruas.

texto extraído do site http://www.blogdoford.blogspot.com/

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Lembrete Urgente

A Semana Brasileira da Mobilidade (16 a 22 de setembro) e a Jornada Na Cidade Sem Meu Carro (22 de setembro) é um momento de reflexão sobre a realidade devastadora do trânsito de nossas cidades e a busca por possibilidades de se alterar este quadro.

Se o seu município ainda não aderiu, entre em contato com o Instituto Ruaviva pelo fone/fax: (31) 3224-0906 ou e-mail: ruaviva@ruaviva.org.br.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

video

Vídeo criado por alunos de publicidade e propaganda do Uni-Bh ( 9º período / 1º semestre 2008).

quinta-feira, 20 de agosto de 2009



A Semana Brasileira da Mobilidade, de 16 a 22 de setembro de 2009, é um momento de reflexão sobre o modelo de mobilidade urbana vigente, fundamentado no transporte motorizado individual. Este movimento é o desdobramento no Brasil da Jornada Internacional na Cidade Sem Meu Carro, realizada desde 1999, ao dia 22 de setembro, e, a partir de 2002, ampliado para a Semana Internacional da Mobilidade, de 16 a 22 de setembro.
Nas cidades européias, com sistemas de transportes públicos de altíssima qualidade, mas também penalizadas pelos efeitos negativos do transporte individual motorizado sobre os espaços urbanos, o meio ambiente e a economia urbana, a Semana da Européia da Mobilidade (European Mobilty Week) oferece possibilidades muito diferentes das nossas.
Aqui, com as limitações quantitativas e qualitativas dos sistemas de transportes públicos urbanos – por razões estruturais que importa discutir – a Semana Brasileira da Mobilidade acrescenta desafios para a adesão de gestores públicos e dos cidadãos. Mas, também ganha importância pela imperiosa necessidade de revertermos uma tendência a um quadro funesto, de altos custos de uma mobilidade cada vez mais ineficiente, consumidora de vidas, de tempos cada vez maiores, de espaços e de energia.
A proposta é, durante uma semana, a. governos, sobretudo, municipais, b. sociedade, através de escolas, universidades, entidades empresariais e sindicais, partidos e movimentos sociais; e c. imprensa, em editoria e pauta, se dediquem a debater a questão, com ensaios concretos que corporifiquem a discussão.
A coincidência com a Semana Nacional de Trânsito no Brasil, estabelecida no Código de Trânsito Brasileiro entre 18 e 25 de setembro, não faz os eventos concorrentes, mas complementares, embora com dinâmicas distintas, podendo, através dos órgãos gestores de trânsito, gerar uma grande sinergia entre os dois movimentos.
A adesão do Município à Semana Brasileira da Mobilidade se faz desde logo através da adesão. O movimento no Brasil integra uma campanha internacional, em que o Instituto da Mobilidade Sustentável, RUAVIVA, só faz difundir e articular com o movimento europeu, desde 2001.
Porém, é preciso ousar mais, apesar – e por causa – das condições adversas do nosso transporte público, transformado de bem público, em tese universal, em mercadoria popular, excludente dos mais pobres, excluído pelos de maior renda. Porque é assim? A Constituição Federal, em seu artigo 30, atribuiu aos Municípios a sua responsabilidade e o seu caráter de essencialidade, mas, se omite quanto aos meios requeridos para uma produção qualificada e acessível. Ou não? A indústria automobilística e de motocicletas é incentivada ainda mais na política econômica anti-crise. E o transporte público?
Para se engajar entre em contato com o Instituto Ruaviva pelo telefone (31) 3224 - 0906, ou através do e-mail ruaviva@ruaviva.org.br.
Contamos com a participação de seu Município na Semana Brasileira da Mobilidade.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Semana do Meio Ambiente da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de Minas Gerais


quarta-feira, 20 de maio de 2009

Transporte Coletivo : Exemplo de ineficiência

A imagem ao lado parece uma catástrofe, mas tirando um pouco da dramaticidade artística é parte do cotidiano de muitos trabalhadores, estudantes .
Fica difícil se movimentar pela cidade:
* Falta acessibilidade
* Desrespeito com pedestres. Calçadas destruídas, falta de sinalização (...) .
* Muito carros ... carros e carros (nem vamos entrar neste mérito).
* Transporte coletivo ineficiente (no caso de Belo Horizonte transporte coletivo é basicamente ônibus) ... Poucas linhas , com tarifas caras, falta de conforto (higiene, espaço...).

Confira abaixo a reportagem(experiência de um repórter) do MGTV 1ª edição do dia 19 de maio de 2009:

"O trabalhador começa o dia correndo. Sessenta e cinco mil pessoas passam pela Estação Diamante, no Barreiro, todos os dias, segundo a BHtrans. Vinte e seis linhas chegam dos bairros e saem em direção a vários itinerários, como o centro da cidade e a área hospitalar. Logo cedo, fila nas roletas e nas plataformas.
Quando os ônibus chegam, o espaço fica pequeno pra tanta gente. Tem passageiro que só consegue um lugar na escada.
Muitos veículos já saem da estação superlotados. A equipe de reportagem acompanhou um trecho da viagem feita pelo coletivo da linha 30, que vai do Barreiro ao centro da capital. A dificuldade começa pra passar na roleta. Quem consegue chegar até a parte de trás do ônibus se aperta ainda mais.
Depois da roleta, a gente mal consegue se mexer e mesmo cheio o ônibus para e recebe mais passageiros. Segundo o novo regulamento da BHtrans, o limite máximo é de cinco passageiros por metro quadrado. Nós trouxemos uma fita métrica pra verificar se esta regra está sendo cumprida.
Nós fizemos a medição. O espaço de um metro quadrado era dividido por sete pessoas.
Seguimos uma parte do trajeto de outra linha, a 3050 - que liga o Barreiro à Savassi e à região hospitalar. Em cada ponto, mais passageiros entram e, depois de 15 minutos, algumas pessoas já viajam escoradas na porta de vidro. Nós também fizemos a medição. Seis passageiros ocupavam o espaço destinado a cinco pessoas. Algumas passageiras dizem ter passado por situações constrangedoras.
A BHtrans informou que todas as informações necessárias para que sejam feitos ajustes, de acordo com a demanda, são repassadas aos consórcios que gerenciam as linhas mostradas na reportagem. Ainda segundo a empresa, um plano de melhorias na região vai ser discutido com a comunidade. Entre as medidas previstas está a reestruturação da rede de transporte com a criação de outras linhas.
A BHtrans informou também que cada consórcio é responsável por cumprir as exigências do novo regulamento, que entrou em vigor no fim do ano passado. Problemas como superlotação e descumprimento no quadro de horários são punidos com multa, caso sejam flagrados pela fiscalização. O valor é de R$ 147,52."

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Iniciativa de campinas

Vendo a necessidade de reunir pessoas da sociedade, diversos setores da organização pública para discutir sobre a Mobilidade Urbana, a Emdec - Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas, esta organizando todos os meses um ciclo de conversas sobre o assunto. Uma maneira de promover um forúm permanente de discussões.
"A cada mês, será realizado um encontro do ciclo denominado "Conversas sobre mobilidade urbana", que reunirá estudantes, professores, representantes de vários setores da sociedade, empresas, conselhos e secretarias municipais que desenvolvam trabalhos relacionados à mobilidade urbana, como Saúde, Cidadania, Meio Ambiente e Planejamento, entre outras. Além de promover importantes debates, o objetivo da EMDEC é fomentar ações e parcerias visando a redução da acidentalidade e a ampliação da segurança, acessibilidade e qualidade de vida na cidade. "
A segunda etapa do ciclo será no dia 21 de maio, quinta feira, das 14 às 17 horas. Seu tema será “Desenvolvimento e evolução das cidades contemporâneas e seus impactos nas relações de trânsito”. Para participar é preciso se inscrever pelo telefone (19) 3772-4078 ou pelo email educacaoparamobilidade@emdec.com.br.
As inscrições são gratuitas.
O programa para 2009 reúne profissionais das áreas de arquitetura, engenharia, traumatologia, educação, artes visuais, design, entre outras, que tratarão a mobilidade urbana no seu campo de atuação. Já foram confirmadas as participações de profissionais como Hélio Carlos Jarreta, da Secretaria de Urbanismo; Ricardo Badaró, da Faculdade de Arquitetura da Puc; Ângela Soligo e Luzia Siqueira Vasconcelos, da Faculdade de Educação da Unicamp e da Puc, respectivamente; Celso Arruda, da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp; Renata Von Zuben, da Metrocamp; Mário Mantovani, do Departamento de Traumatologia da Unicamp; e Sílvio Rosa, da Facamp.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Subsídios

* Cristina Baddini Lucas
Instituto Ruaviva
O Governo Federal anunciou recentemente a prorrogação por mais 3 meses, da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) que incide sobre veículos. Também foram reduzidos o IPI sobre alguns materiais de construção e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) sobre as motocicletas.
As medidas de desoneração somam R$ 1,5 bilhão em subsídios. Para compensar a receita perdida, o governo aumentou o IPI e o PIS/Cofins para cigarros. O cigarro é ruim para a saúde, mas as motos e automóveis também causam malefícios para a sociedade como um todo.
Problemas Urbanos
De fato é preocupante o crescimento acelerado do transporte individual. Ao se injetar recursos nos fabricantes de motos e automóveis o governo está contribuindo para a criação de um modelo de cidade que não satisfaz. O ônus das políticas fiscais que incentivam a produção e a venda de automóveis e motos sem que as cidades tenham condições de receber toda esta frota e assimilar os seus impactos negativos acabam sendo transferidos para toda a sociedade na forma de poluição, congestionamentos e consumo de energia.
Acidentes com motos
Os acidentes com motocicletas invariavelmente causam grandes traumas nos seus condutores e eventuais garupas. Normalmente ocorrem fraturas múltiplas e fraturas expostas com infecções nos ossos e que só podem ser combatidas com o uso de antibióticos muito caros. Também é alto o custo de todo o aparato utilizado para os atendimentos e salvamentos, além do afastamento do trabalho com a transferência dos custos para o INSS. O valor do imposto arrecadado em cada moto comercializada não é suficiente para cobrir os custos gerais envolvidos nos atendimentos e nos tratamentos médicos.
O objetivo
Da indústria automobilística é, e sempre foi, aumentar suas vendas e seus lucros o que a médio longo prazos, só faz por aumentar os congestionamentos além de inviabilizar o próprio sistema. As invisíveis partículas que saem dos escapamentos dos automóveis adoecem e matam em decorrência dos poluentes. A indústria automobilística deve ajudar a resolver o problema de mobilidade criado pelo uso de seus produtos.
Consumo consciente
Transporte Público é a solução. É, portanto necessário pensar no subsídio para as passagens de ônibus, trens e metrôs, assim como na melhoria dos serviços oferecidos. Com um transporte público bom e barato todos ganham! Haverá menos trânsito na rua, menos poluição e menos acidentes.
A liberdade do cidadão de comprar uma moto ou automóvel ou de se deslocar diariamente com seu transporte individual deve ser alvo de ampla discussão e questionamento permitindo que a sociedade aprenda e se interesse pela importância de se racionalizar e restringir a utilização do automóvel, enfatizando também a noção do consumo consciente como importante medida para poupar os recursos naturais do planeta. Portanto, esperamos por políticas públicas eficazes que coloquem o transporte coletivo à frente do individual e que possam contribuir definitivamente para a redução da poluição atmosférica e desaceleração do aquecimento global.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

BR-319 pode causar até R$ 2 bi em prejuízos ao meio ambiente, diz estudo

Aldrey Riechel
Amazônia.org.br
Um estudo sobre a relação custo-benefício da recuperação da rodovia BR-319, que liga Manaus a Porto Velho, mostra que o prejuízo mínimo da obra seria de R$ 315 milhões durante os próximos 25 anos. Na projeção mais pessimista, o saldo negativo seria de R$ 2,2 bilhões se fossem levados em considerações os danos ambientais causados. O estudo foi realizado pela ONG Conservação Estratégica (CSF-Brasil).
Para realizar o cálculo foram consideradas as emissões de carbono, as perdas de potencial de uso da biodiversidade para a criação de produtos farmacêuticos e o valor que sociedade atribui à floresta em pé, mesmo sem o uso dela. O asfaltamento geraria grilagem de terras, extração predatória da madeira, pecuária, desmatamento e atrairia migrantes e assentamento rurais. A região é alvo de preocupações, por se tratar de uma área da região amazônica muito preservada e com alto valor em biodiversidade.
Segundo o estudo, para cada real investido na rodovia, apenas 33 centavos resultariam em benefícios. Apesar disso, o Ministro dos Transportes Alfredo Nascimento pretende apresentar na próxima sexta-feira (19) um Estudo de Impacto Ambiental que a rodovia terá em Manaus. Ao longo da estrada serão demarcados Unidades de Conservação (UC) em mais de 9 milhões de hectares de floresta amazônica, um investimento de R$ 39 milhões.
Mesmo com as unidades de conservação, a proposta é temerária, segundo alerta o ambienta e diretor da ONG Preserve a Amazônia, Marcos Mariani. Segundo ele, a maior parte do desmatamento que acontecesse na região é de maneira ilegal, pois o governo não consegue controlar o desflorestamento. Ele usa como comparação os muros que pretendem ser construídos em volta das favelas do Rio de Janeiro: "no Rio estão querendo cercar as favelas. Se não conseguem controlar as favelas que estão nas cidades, imagina como vão controlar na Amazônia".
"Eu defendo o cumprimento da legislação ambiental e o estudo de alternativas", diz Mariani, se referindo à resolução 01/86 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que exige um estudo de alternativas para a construção de rodovias. Para ele, não há dúvidas de que a construção de uma ferrovia diminuiria os impactos ambientais para a região. "O modal rodoviário é motor do desmatamento, ele leva o desmatamento e temos centenas de provas", diz.
O preço estipulado para a BR-319 é de R$ 557 milhões. O projeto pretende asfaltar um trecho de 405 km no estado do Amazonas e construir quatro pontes. Atualmente, somente os trechos próximos a Manaus e Porto Velho são transitáveis. No total são 880 quilômetros intransitáveis.
Programa de Aceleração de Licenças
O projeto previsto entre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo Federal, sofre grande pressão para que suas obras sejam adiantadas. Ontem (15), foi aprovado na Câmara dos Deputados uma Medida Provisória (MP) que extingue a necessidade de licença ambiental prévia para obras de pavimentação, melhoramentos, adequação e ampliação nas estradas dentro da considerada da faixa de domínio das rodovias, os 25 metros de cada lado da margem.
Foi estabelecido, pelos deputados, um prazo de 60 dias para que autoridades ambientais responsáveis concedam a licença. Caso contrário, as obras poderão ser iniciadas. O Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc se apresentou contra a medida, e disse que caso ela passe será derrubada na Justiça. A proposta foi incluída na MP 452, que tratava de temas relativos ao Fundo Soberano e de ações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit).
Em repúdio a MP, 28 organizações divulgaram hoje uma nota pública criticando a proposta. Segundo eles, a "pavimentação de estradas é o maior vetor de desmatamentos na Amazônia. Historicamente 75% dos desmatamentos da região ocorreram ao longo das rodovias pavimentadas, como ocorreu na Belém-Brasília (BR 010), na Cuiabá-Porto Velho (BR 364) e no trecho matogrossense da Cuiabá-Santarém (BR 163)".
Sobre a BR
A construção da BR-319 aconteceu na década de 70, entre os anos de 1972 e 1973. Anos mais tarde o projeto foi abandonado e foi se degradando aos poucos, pela ausência de manutenção, até torna-se intransitável. A proposta de reconstrução da rodovia surgiu em 1996, quando foi incluída como uma das metas do Plano Brasil em Ação, do governo Fernando Henrique Cardoso.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Benefícios às montadoras

* Cristina Baddini Lucas
Instituto Ruaviva
Os governos estão negociando benefícios às montadoras para atenuar a crise mundial. No entanto, quando se decide injetar recursos nos fabricantes de automóveis tal decisão contribui na verdade para a criação de um modelo de cidade que não satisfaz a sociedade como um todo. As pessoas moram cada vez mais afastadas do trabalho e, portanto precisam de carros para seus deslocamentos diários. O que está em discussão não é somente o trânsito, mas a construção de uma sociedade conscientizada. Hoje a indústria automobilística tem como objetivo aumentar seus lucros, mas, em longo prazo, os congestionamentos podem inviabilizar o próprio negócio.
As invisíveis partículas que saem dos escapamentos dos automóveis matam. Cerca de dez pessoas morrem em São Paulo em decorrência dos poluentes do ar e mais 200 adoecem com pneumonia, asma ou sofrem infarto do miocárdio. Cabe à indústria automobilística, de algum modo, ajudar a resolver o problema de mobilidade criado pelo uso de seus produtos já que a população está pagando com doenças respiratórias, cardíacas e o estresse provocados pela poluição. Sem falar nos custos do gerenciamento do trânsito que ficam por conta das prefeituras.
A indústria automobilística gera cada vez menos empregos e hoje o transporte público emprega muito mais. Isso sem mencionar o volume dos subsídios direcionados aos automóveis. Todo mundo pensa que paga seu carro e que paga todas as contas. Paga nada! Paga só 20% da conta. As outras contas não são apresentadas, mas diluídas na conta de toda população - com os congestionamentos, a poluição e principalmente os custos gerados pelos acidentes de trânsito. A liberdade do cidadão de comprar um automóvel ou de se deslocar diariamente com seu veículo deve ser questionada e amplamente divulgada para a sociedade aprender sobre a necessidade de racionalizar e restringir a utilização do automóvel.
Pouco se questiona o papel da indústria automobilística que trabalha a sua produção, mas que, acima de tudo estimula o consumo ou a compra do "carro dos sonhos", que incentiva "a troca de carros a cada dois ou três anos" que ficam ultrapassados pelas inovações muitas vezes cosméticas.
Isso contraria o princípio do consumo racional ou consciente como medida para preservar a qualidade do ar que respiramos um dos recursos ainda oferecidos pelo planeta.
Portanto, queremos políticas públicas que coloquem o transporte coletivo à frente do individual e, com isso, contribuam também para reduzir a poluição atmosférica e o aquecimento global.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Eu prometo em 2009...

Não ser um "Pateta" no trânsito.
http://www.youtube.com/watch?v=RMZ3bsrtJZ0

O desenho antigo, criado em 1950, traz uma abordagem atual sobre alguns dos nossos problemas nas nossas cidades.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008


terça-feira, 25 de novembro de 2008

Para cada bebê que nasce, Belo Horizonte emplaca 4,5 veículos

Segundo BHTrans, que lançou no sábado última cartilha de educação no trânsito, em 2008, capital registrou, até agora, 29.091 nascimentos de bebês contra 133.232 veículos novos nas ruas
Frederico Bottrel - Estado de Minas
A qualidade do trânsito na cidade depende da mudança de postura de pedestres e motoristas, além do trabalho da empresa que faz seu gerenciamento, no caso de Belo Horizonte, a BHTrans. Essa é a principal mensagem do quinto e último fascículo da coleção Nas ruas de BH, distribuído pela empresa no sábado, em 55 pontos da capital. Cerca de 700 funcionários da companhia entregaram a pedestres e motoristas 150 mil cartilhas com noções básicas de mobilidade sustentável. O principal inimigo é a cultura do automóvel, que tem, de acordo com a BHTrans, sufocado o tráfego na cidade. O crescimento acelerado da frota de mais de 1 milhão de veículos já ultrapassa a curva de aumento da população. Neste ano, enquanto nasceram 29.091 pessoas, 133.232 veículos entraram em circulação, segundo a empresa. Na prática, mais carros que gente, daí o título do quinto fascículo (A cidade para as pessoas), com lições para mudar esse quadro. “Nos dias e horários de pico, não há mais espaço para as pessoas. Diante disso, a única solução é uma mudança de postura”, defende Humberto Paulino, gerente de coordenação, comunicação e educação da BHTrans. Por isso, diferentemente dos títulos anteriores da coleção (Limites de velocidade, Circulação, Estacionamento e Segurança), que relembravam regras de conduta no trânsito, o fascículo que encerra a série busca uma reflexão sobre o modelo de desenvolvimento de grandes centros urbanos. Como exemplos de cidades que conseguiram tirar motoristas e pedestres do caos, a cartilha cita Curitiba, Londres e Bogotá. “A tarefa de mudar como as pessoas se deslocam passa pela adoção da carona solidária, fazer pequenos deslocamentos a pé, usar a bicicleta , além do sistema coletivo”, explica Paulino. E esse é exatamente o entrave para a mudança de postura, de acordo com os próprios passageiros de ônibus e metrô, na capital. E também dos motoristas que não abrem mão do carro, como a aposentada Maria Piedade dos Reis, que recebeu a cartilha, elogiou a iniciativa, mas julgou como “muito complicada” a mudança de hábitos: “Não uso ônibus para não perder tempo, pois acho que ainda deixa a desejar”. Para sair do círculo vicioso em que motoristas e pedestres culpam a BHTrans e vice-versa, a prefeitura desenvolve o Plano de mobilidade urbana. A idéia é propor alternativas que valorizem o transporte público e nova forma de se deslocar pela cidade.
Acompanhe seu andamento na internet: www.planmobbh.com.br.
ENQUANTO ISSO EM...
CURITIBA Corredores exclusivos para ônibus, parecidos com os existentes nas avenidas Cristiano Machado e Antônio Carlos, são a opção que estruturou a cidade linear. Estações-tubo agilizam o embarque e desembarque de passageiros, que já pagam a tarifa antes de entrar no ônibus.
BOGOTÁ A capital colombiana implantou sistema com vias exclusivas para bicicletas e ônibus. Os veículos de transporte coletivos também são duplos e articulados, com pontos fixos de parada. A solução, batizada de Transmilênio, resolveu o problema da cidade de 6 milhões de habitantes.
LONDRES A medida foi radical: cobrar uma taxa de congestionamento dos automóveis particulares que circulam na área central. Resultado: menos poluição, menos engarrafamentos e mais recursos para o transporte público.
* Fonte: A cidade para as pessoas - Coleção Nas ruas de BH

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

ONG Criança Segura - Estudo sobre acidentes com crianças

Estudo inédito mostra diferenças entre a percepção das mães e a
verdade sobre os acidentes de trânsito com crianças


Entre os acidentes, o trânsito é a principal causa de morte de crianças até 14 anos, representando 40% do total ou 2326 óbitos

A CRIANÇA SEGURA, organização sem fins lucrativos que tem como missão promover a prevenção de acidentes com crianças, em parceria com a Johnson & Johnson, acaba de lançar um estudo inédito. O principal objetivo da análise feita é mostrar as diferenças entre a percepção e comportamento das mães sobre os acidentes com crianças e a realidade dos números. No caso dos acidentes de trânsito, o estudo apontou que, exceto pelos atropelamentos, os outros tipos (criança como passageira de veículo ou ciclista) “tendem a ser percebidos como menos relevantes, ou menos preocupantes entre as entrevistadas”.
Entre os acidentes, o trânsito é a principal causa de morte de crianças até 14 anos, representando cerca 40% do total – que giram em torno de 6 mil mortes. Em 2005, 2326 crianças morreram e 17.781 foram hospitalizadas vítimas de acidentes de trânsito. Os atropelamentos ocupam o primeiro lugar no ranking de mortalidade: dos 2326 óbitos, 48% (ou 1.109) eram crianças na condição de pedestre. Algumas faixas etárias estão mais expostas no que diz respeito ao atropelamento: este tipo de acidente foi a principal causa de morte de crianças de 5 a 9 anos.
As mortes de crianças na condição de passageira de veículos ou ciclista representaram respectivamente 24% (ou 551) e 6% (ou 147) do total. Os acidentes que vitimaram a criança na condição de passageira representaram a terceira principal causa de morte de crianças menores de 1 ano e crianças de 5 a 14 anos.
Um estudo inédito acaba de ser lançado. Para realizar esta análise, a CRIANÇA SEGURA cruzou informações de duas fontes: uma pesquisa inédita1 patrocinada por TYLENOL® e conduzida pelo Instituto Ipsos, multinacional francesa, e um estudo2 lançado em 2007, patrocinado por JOHNSON’S® Baby, que reuniu dados do Ministério da Saúde.
Especificamente sobre os acidentes de trânsito, o estudo mostrou que “com exceção dos atropelamentos (preocupação mais presente entre as mães de filhos entre 6 e 14 anos), torna-se evidente que outros tipos de acidentes de trânsito tendem a ser percebidos como menos relevantes, ou menos preocupantes entre as entrevistadas. Os números nos mostram que, nos casos das hospitalizações, de fato os atropelamentos aparecem em maior número: 9.288 crianças internadas em 2005. Mas outros tipos de acidentes de trânsito – criança como passageira de veículo e ciclista – que não foram lembrados pelas mães, também apresentaram números significativos: somaram 5.131 hospitalizações no mesmo ano.
Ainda sobre os acidentes de trânsito, o estudo identificou que “mulheres que em geral usam transporte público, não mencionaram possibilidades de acidentes como uma preocupação evidente, e ainda menos como um motivo de prevenção” As mães (mesmo de filhos de 0 a 5 anos), que usam carros particulares, tampouco mencionaram estes acidentes espontaneamente. Quando estimuladas, verificou-se que de fato, poucas são as medidas preventivas adotadas.
Outras ações – além desse estudo inédito, a CRIANÇA SEGURA e a TYLENOL® estão programando ações especiais voltadas à prevenção de acidentes com crianças para os próximos meses. O objetivo é fazer um alerta especial aos públicos envolvidos diretamente com a infância: profissionais de saúde, educação, trânsito e outros. Mais informações: www.criancasegura.org.br.

CRIANÇA SEGURA

A CRIANÇA SEGURA é uma instituição sem fins lucrativos, qualificada como OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, dedicada à promoção da prevenção de acidentes com crianças até 14 anos. Para cumprir sua missão, desenvolve ações de Políticas Públicas – incentivo à discussão sobre o tema e participação nos diálogos referentes às mudanças e adaptações de instrumentos legais que visem a segurança, saúde e bem-estar da criança, Comunicação - informação e alerta sobre a causa para conscientização da sociedade por meio de campanhas e divulgação de assuntos de interesse público e Mobilização – multiplicação do conhecimento da comunidade para modificações no meio através de programas educativos, treinamentos e campanhas.
O Grupo Johnson & Johnson é parceiro institucional da CRIANÇA SEGURA desde 2001, quando contribuiu para implantação da instituição no Brasil. A partir daí, tornou-se o principal mantenedor da organização, além de apoiar programas e projetos específicos como a Semana CRIANÇA SEGURA e o Programa CRIANÇA SEGURA na Escola, por meio de Band-Aid e Johnson & Johnson Industrial.
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1. Pesquisa finalizada em outubro de 2008 que representa a percepção de mães sobre o tema. Utilizando como metodologia a pesquisa qualitativa através da técnica de discussão em grupo, foram entrevistados 16 grupos de mães de filhos entre 0 e 14 anos, pertencentes às classes AB e CD, das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Curitiba.
2. O estudo baseia-se em informações do DATASUS (Banco de Dados do Sistema Único de Saúde) sobre mortes e hospitalizações por acidentes, de crianças com idade até 14 anos, referente ao ano de 2005.

Francine Ricci
Coordenadora de Comunicação
CRIANÇA SEGURA Safe Kids Brasil
Esc: (55 11) 3371-2384
Cel: (55 11) 8750-0497
www.criancasegura.org.br

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

O antes e o depois -

O professor de matemática, consultor pedagógico e colunista da Folha de São Paulo, José Luiz Pastore Mello, publicou no dia 24 de outubro de 2002 um artigo sobre a evolução da bicicleta.
Segue abaixo o texto.
A matemática da bicicleta
O atual mecanismo de transmissão das bicicletas tornou possível deslocamentos mais longos. Houve um tempo em que a bicicleta era conhecida popularmente como "agitador de ossos". Levando-se em consideração que no passado as bicicletas eram feitas inteiramente de madeira e o calçamento das ruas de pedra, o apelido é perfeitamente compreensível. Além do desconforto sugerido pelo seu apelido, outro problema sério que as primeiras bicicletas enfrentavam era o do rendimento.Antes da invenção da transmissão por correntes e roda dentada, toda transmissão de movimento era feita por um pedal acoplado diretamente na roda dianteira. Na prática, isso quer dizer que para cada pedalada completa do ciclista, a bicicleta avançava uma distância equivalente ao comprimento da circunferência da roda dianteira, o que justifica o fato das primeiras bicicletas terem uma enorme roda dianteira. Tal mecanismo, além de exigir generoso esforço do ciclista, possuía limitações para o aumento de rendimento, uma vez que o raio da roda dianteira não poderia ser maior do que o comprimento da perna do ciclista.O mecanismo de transmissão usado hoje em dia para melhorar o rendimento consiste num conjunto de duas rodas dentadas, uma delas fixa com pinhão livre na roda traseira, que giram sob o comando de uma corrente. As rodas possuem número de dentes diferentes, como por exemplo 14 e 42. Como o pedal está acoplado à roda dentada maior, cada volta do pedal (1 giro de 42 dentes) implica em três voltas da roda dentada menor já que 3x14=42. Como a roda dentada menor é a responsável por transmitir o movimento ao conjunto, podemos dizer que a bicicleta avaliada avançará uma distância igual a três vezes o comprimento da sua roda traseira para cada pedalada completa do ciclista.Recordando que o comprimento C de uma circunferência de raio R é dado por C=2xRx"pi"*, e sabendo que as rodas de uma bicicleta típica tem 69 cm de diâmetro, cada pedalada implica em um deslocamento de aproximadamente 6,5 metros. Imagine que esse mesmo rendimento só seria atingido em uma bicicleta antiga sem sistema de transmissão por corrente se a roda dianteira tivesse mais de dois metros de diâmetro. Haja pernas, não?
* pi = constante matemática de valor aproximado 3,1415...

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Ônibus: Um século de história

100 anos de desafios para se tornar o principal vetor da mobilidade urbana do século XXI
ÔNIBUS: UM SÉCULO DE HISTÓRIA. NTU Urbano. Brasília, outubro 2008. p. 4 e 5.
Um século. Esse foi o tempo necessário para que o ônibus deixasse de ser uma simples novidade para se tornar essencial à mobilidade urbana nos grandes centros do Brasil. A linha do tempo foi percorrida em meio a poeiras e asfaltos com muita perspicácia e coragem de humildes empreendedores, amantes da humanidade e do progresso. O início dessa história contou com pessoas que desbravavam caminhos para levar a sociedade ao futuro. Hoje, os ônibus cumprem muito bem essa função ao conduzir todos os dias 55 milhões de brasileiros ao seu trabalho, escola ou lar. O Brasil tem uma média de 14,3 bilhões de viagens por ano por meio desse modal, segundo relatório da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP).
Cerca de 105 mil ônibus percorrem 8,1 bilhões de quilômetros por ano no país. O empresário e vice-presidente da NTU, Eurico Galhardi, compara o funcionamento do sistema de transporte público ao corpo humano, como forma de ressaltar a importância do ônibus nos dias atuais. “Enquanto os glóbulos vermelhos transportam oxigênio pelas artérias do corpo humano, os ônibus transportam as pessoas pelas vias da cidade, levando o progresso a todos os lugares”, afirma.
Valor histórico e social
Para o empresário de transporte público David Lopes de Oliveira, presidente da Federação das Empresas de Transportes do Ceará, Piauí e Maranhão (Cepimar), a história do ônibus é também a história de muitas famílias e comunidades. “Quando o transporte público começou, era tudo muito improvisado. Quem se arriscava nesse negócio sabia que não era lucrativo e o fazia por muita vontade mesmo. Não existia a menor infra-estrutura. Quem fazia as linhas também abria as estradas. Era tudo artesanal, os ônibus tinham oficinas, chassi e até combustível improvisados. Olhando para trás é que nos damos conta da longa história de sucesso que foi construída, e quase toda cidade brasileira passou por ela. No rastro das mercadorias, surgiu o interesse de transportar pessoas”, relembra. Herdeiro de uma dessas aventuras empreendedoras, o empresário se dedicou nos últimos dez anos a documentar os primórdios do ônibus no Nordeste. Em 2008, a Cepimar lançou o resultado desse trabalho, o livro De Ônibus – 140 anos nas estradas e cidades do Ceará. “Temos que valorizar esse passado, nele estão as nossas origens. Fizemos uma pesquisa vasta e muito reveladora que, além do livro, resultou em um dos maiores acervos de impressos sobre a história do transporte público com mais de 50 mil informações”, comenta Oliveira.
Dentre as revelações, Oliveira conta sobre a descoberta de um documento oficial datado de 1867 que autorizava empresários a construírem uma estrada para viabilizar o transporte público. Até dez anos atrás, não havia sido confirmado a existência de sistema de transporte no Brasil no século XIX. Após uma longa procura, foi encontrado um jornal de 1868 que pôs fim à expectativa de descobrir se havia ou não transporte público nesta época. O periódico trazia em suas páginas a tabela de itinerários das linhas regulares de omnibus (como o ônibus era chamado) de Fortaleza para Maranguape.
Nas décadas seguintes, a evolução do sistema de transporte público continuou a passos curtos devido à lenta resposta do poder público ao acelerado crescimento dos centros urbanos e da população. Foi na década de 1970 que surgiram as primeiras propostas para a melhoria do transporte coletivo utilizando-se os ônibus. Nas duas décadas seguintes, surgiram os ônibus articulados no Brasil e o transporte passou a fazer parte do planejamento das cidades. Muitos desafios do início dessa trajetória já foram superados. Porém, novos impasses surgem todos os dias nas vias urbanas, como os automóveis que competem por espaço de forma predatória, comprometendo a qualidade e eficiência do sistema; os altos custos dos insumos para manter o ônibus nas vias; a falta de incentivo do governo em priorizar a mobilidade das pessoas pelo transporte coletivo, e outros.
Mas os empresários do setor sempre estiveram e estarão receptivos a novas propostas para enfrentar os desafios que surgem no cotidiano. Afinal, uma das suas missões é oferecer um transporte, “verdadeiro sistema circulatório das cidades modernas”, com o máximo de eficiência e qualidade, transportando bens e pessoas com segurança e conforto.
Um amor diferente
As décadas de evolução do ônibus não transformaram só a forma de locomoção das pessoas. Muitos brasileiros adotaram o veículo como uma paixão, um amor, até mesmo uma fixação. “Ônibus não é simplesmente um veículo de 2 a 4 eixos para transportar passageiros. O ônibus é um meio de fazer a vida acontecer, por isso é um dos principais eixos da sociedade. Ao garantir que um dos mais nobres direitos do homem aconteça, ou seja, o “ir e vir”, o ônibus é parte vital de nosso quotidiano”, declara Delvanor Paz, auxiliar técnico de uma empresa de transporte e adepto da “busologia” – termo utilizado para designar a atividade do estudo do ônibus e assuntos relacionados. No Brasil, cerca de cinco mil pessoas cultivam esse hobbie.
Apaixonado pelo veículo desde criança, ele coleciona miniaturas e fotografias, participa de fóruns de discussão e fica horas admirando os veículos nos terminais. O busólogo encontrou no ônibus o seu sustento e a felicidade. “A minha alegria de viver também vem do volante de um ônibus porque há a incrível paixão - mesmo por apenas vê-lo - e a realização pessoal aqueles a quem o ônibus serve ainda de ganha pão. A realização do sonho se dá a cada nova jornada”, finaliza.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

‘Na cidade sem meu carro’ faz população pensar em novos hábitos em Campo Grande MS


“Com este evento, nós estamos provocando a população para refletir como seria o centro da cidade sem carro. Andar a pé ou de bicicleta ajuda o ser humano a ter uma qualidade de vida saudável”, considerou Carlos Lanteri, diretor geral da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) a respeito do evento ‘Na cidade sem meu carro’, um evento realizado pelo órgão em conjunto com a Semades (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável), Câmara de Dirigentes Lojistas e Associação Comercial e Industrial de Campo Grande.
Para Lanteri, “Na cidade sem meu carro” tem a finalidade de conscientizar a população em utilizar o transporte coletivo e deixar em casa os transportes individuais. O titular da Semades, Frederico de Freitas Júnior, lembrou que não é possível que todos habitantes do planeta tenha automóvel e os coloquem em circulação todos os dias. “Só em Campo Grande temos cerca de 167 mil carros e 71 mil motocicletas. Temos que começar a pensar nos rodízios. Só assim teremos uma cidade menos poluída”, enfatizou o secretário.
Segundo o secretário Frederico de Freitas Júnior, “A nossa sorte é que temos uma cidade bem arborizada e essas plantas permitem a dissolução desses gases poluentes”, observou o titular da Semades voltando a enfatizar que, ainda assim, este fator não deve impedir que as pessoas adotem atitudes mais saudáveis em relação ao meio ambiente, como contribuir para reduzir a circulação de automóveis em áreas com alto índice de poluição.
O evento - Na segunda-feira (22.09.2008), no período das 8:00 horas às 18 horas, quem passou na rua 14 de julho no trecho entre a avenida Afonso Pena e a rua Dom Aquino, teve a oportunidade de participar do evento ‘Na cidade sem meu carro’. Durante todo o dia aconteceram shows culturais, exposição de trabalhos confeccionados por empresas comprometidas com o desenvolvimento sustentável, além da presença de empresas de reflorestamento e paisagismo. Brinquedos ficaram à disposição das crianças e houve sorteio de bicicletas e tênis.
A unidade móvel de degustação do Sesi (Serviço Social da Indústria) participou com a demonstração dos trabalhos que são realizados pela ‘Cozinha Brasil’. Segundo a auxiliar de nutrição Márcia Magno Ferreira da Silva, este evento dá a oportunidade da sua equipe ensinar a população a melhor forma de reaproveitar os alimentos.
‘Na cidade sem meu carro’ também tem como parceiros Coca-cola, Andes Tecnology, Assetur, SEST SENAT, Plastisul, Jumbitos, Ikeda, Wood Brasil, Flora Forte, Rama Floricultura, Flora nativa, Porto Seguro, SESI, Florescer, CDL, ACICG, UFMS, Projeto 2001, Escola Agrícola, Associação indígena e as secretarias municipais Satur, Fundac, Semed, Sesop, Sesau e Funesp. Apoio da defesa civil e da Samu.


Fonte/Autor: Emidio Denardi Mtb/MS 488

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Belo Horizonte - Uma Rua Verde!


Ze Carlos
Teatro da Geduc - BHTRANS

Oficina de Circo do Morro das Pedras

Banda Breque Samambaia

O Asfalto deu lugar à grama.

Polícia Militar de MG - Orientando as crianças

Dança Afro do Grupo Calanga

Teatro do Projeto sem medo de respirar

Débora e Ana Beatriz do Instituto Ruaviva

Criançada curtindo o espaço da Rua Verde

Massagem para relaxar - Salão Escola Bom Pastor

Mariluz - Dança do Ventre

Léo Brasil

Banda da Guarda Municipal de Belo Horizonte

Em plena segunda feira no centro de BH

Banda da Polícia Militar de MG

A população prestigiou o evento!!!


Banda Poizé

Jornada Internacional Na Cidade Sem Meu Carro 2008

Queridos Companheiros de Jornada,
Estamos postando somente hoje, pois ontem tivemos que descansar uma vez que o trabalho para a realização da Jornada foi árduo. Mas estamos muito felizes, apesar de ter havido uma diminuição do número de cidades participantes, o que já era esperado devido ao período eleitoral, sentimos que este ano o debate e a reflexão ganharam qualificação colocando o transporte público no centro das discussões.
Checando hoje na internet as reportagens sobre o dia 22 de setembro nos vários meios de comunicação, verificamos que as matérias sobre o trânsito e o problemas de congestionamento causados pelo excesso de carros nas ruas estão sendo pautadas como consequência da má qualidade do transporte público no Brasil.
O entendimento de que não existe soluções para os problemas de mobilidade enfrentados pelos cidadãos moradores das grandes e médias cidades que não passem pela melhoria e investimentos pesados em transporte público está cada vez maior.
As soluções viárias, como construções de avenidas, pontes e trincheiras, se saturam rapidamente com o aumento cada vez mais rápido da frota de automóveis.
Nossa luta pelo transporte público de qualidade, acessível para todas as classes sociais, confortável e eficiente está apenas começando, existe um longo caminho a ser percorrido para alcançarmos patames aceitáveis.
Pedimos a todos os municípios que promoveram alguma atividade na Jornada Internacional na Cidade Sem Meu Carro, que nos envie notícias com fotos se possível.
Ao longo dos próximos dias estaremos postando notícias de todo o Brasil, hoje fotos e noticias de Belo Horizonte, onde a Rua Carijós, no centro da cidade se transformou na Rua Verde, com atividades culturais ao longo de todo o dia, serviços e lazer.
Abraços a todos!!!

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Curitiba




Jornada em versão carioca


No Rio de Janeiro a Ong Transporte Ativo e o Pontão Ambiental do Circo Voador, programa de educação ambiental do Pontão de cultura digital da casa de shows, estão organizando uma programação para dar destaque à causa. A concentração de ciclistas acontece na Candelária a partir das 13h da tarde. Em seguida, partem para o Circo Voador justamente pela tumultuada Avenida Rio Branco. Os coordenadores do evento explicam que o objetivo não é irritar os motoristas nem piorar o trânsito, mas conscientizar a população de que a bicicleta também é considerada um veículo com todos seus direitos. Por isso, nesse trajeto vão distribuir panfletos aos motoristas e pedestres. No Circo Voador, a partir das 16h uma programação de cinema gratuita regada a sucos de frutas fecha a tarde. Até agora, os seguinte filmes estão confirmados:
Towards Acessible Cities 20 minutos - MovilizationCidades Amigas das Bicicletas 15 minutos - IceFilmetes Transporte Ativo - 20 minutos - TA (varios de 3 a 5 minutos)Sociedade do Automóvel -39 minutos - Branca Nunes e Thiago Benicchio
Mais : http://blog.ta.org.br/2008/08/26/o-que-vaga-viva/http://www.ta.org.br/site/area/VagaViva.wmv

quinta-feira, 18 de setembro de 2008



quarta-feira, 17 de setembro de 2008



Limeira - "Vamos empacotar carros"

3 carros empacotados em 3 praças diferentes da região central da cidade







Ontem, dia 16 de setembro, o grupo Pparalelo de Arte Contemporânea começou com as comemorações do Dia Internacional Sem Carro – 22 de setembro/2008.
O grupo escolheu Limeira, que ainda não participa oficialmente das comemorações, e empacotou 3 carros em praças do centro da cidade.
O projeto criado pelo Grupo Pparalelo para a cidade de Limeira leva em consideração essa constituição geral urbana da cidade. Intitulado FUI A PÉ, faz referencia direta à consciência do uso do carro e parte da interação do grupo com outros grupos de artistas locais.
Durante o dia 22 de setembro 3 carros alugados especialmente para o projeto serão estacionados em vagas públicas das principais praças centrais da cidade formando pacotes escultóricos construídos com lonas plásticas azuis e cordas de nylon. Por sobre esse volume, serão aplicados uma grande quantidade de adesivos com a frase-título do projeto: FUI A PÉ.
Os pacotes serão amarrados aos postes e outros elementos do equipamento urbano próximo ao local escolhido para a intervenção indicando sua imobilidade. O grupo vai se posicionar ao redor dessas estruturas distribuindo adesivos (idênticos aos colados nos carros) para as pessoas da localidade.
Além de Limeira, a intervenção se realiza também em Barcelona/Espanha nesse mesmo período. A artista Dorothea Freire, integrante do Pparalelo em viagem a esse país, não participa da intervenção no Brasil, mas leva o contexto comunicativo do projeto para a Espanha onde fará a distribuição dos adesivos ao longo do dia 22, em sua versão para o Espanhol.

Programação de Canela


Canela, uma cidade de origem alemã no estado do Rio Grande do Sul, preparou para este ano para a Jornada uma campanha completamente educativa. Para isto vai haver visita dos agentes de trânsito nas escolas, para entrega de material educativo. e também uma Blitz educativa com a Policia Rodoviária Estadual e os Agentes de Trânsito na RS 235, Bairro Jardim das Fontes, com entrega de material educativo e conscientização para a “Campanha Brasileira Na Cidade Sem Meu Carro” pelos alunos das Escola Municipal de Educação Infantil Eva Alzira Bianchi.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Campo Grande mais uma vez com novas propostas



A Prefeitura Municipal de Campo Grande através da Agência Municipal de Transporte e Trânsito-AGETRAN, participam , mais uma vez da Jornada Na Cidade Sem Meu Carro. A 1ª participação foi no ano de 2007.
No ano passado, eles fecharam, como pode ser visto neste blog nas postagens anteriores, a rua 14 de julho entre a Av. Afonso Pena e Dom Aquino. O evento foi um sucesso tanto para o público como para os lojistas da região central, e então este ano será interditado o mesmo trecho.


A novidade deste ano é uma grande vereda com a participação de floriculturas, e também barracas onde empresas comprometidas com o desenvolvimento sustentável irão expor seus projetos.
A proposta de Campo Grande para este ano é que no dia 22 de setembro, eles possam sensibilizar as pessoas sobre a necessidade de adotarem atitudes que contribuam para a preservação do meio ambiente e incentivarmos o uso do transporte coletivo, de bicicleta e a pé, que seriam os mais corretos dentro da sustentabilidade do meio ambiente.


Dúvidas e outras informações pelo telefone : 67-3314-3456, com Ivanise ou Vera.

Ministério das Cidades convida para a Jornada Na Cidade Sem Meu Carro


sexta-feira, 12 de setembro de 2008

A 2ª Jornada Blumenauense



Blumenau a exemplo de muitas cidades, já começa a sentir os efeitos provocados pelo excesso de veículos circulando em vias públicas: o aumento nos índices de poluição atmosférica e o congestionamento no trânsito.
Para organizar as ações em Blumenau da 2° Jornada Blumenauense “Na Cidade Sem Meu Carro” ou simplesmente “ Dia Sem Carro” A ABC – Associação Blumenauense de Pró-Ciclovias com cerca de 30 entidades formaram uma Comissão Organizadora e se reúnem mensalmente para debater ações importantes para o dia 22 de Setembro.
Em Blumenau no dia 22 de Setembro de 2008 parte da Rua XV de Novembro do trecho próximo a Catedral São Paulo Apostólo (Matriz) até o Teatro Carlos Gomes permanecerá fechada das 8h às 18h. Para que a população possa refletir sobre o que queremos para o futuro do planeta.
No dia ocorrerão varias atividades como:

  • Circuito educativo de educação para o trânsito;

  • Oficina de grafitte e vídeo educativo;

  • Passeio ciclístico e exposição de bicicletas antigas;

  • Apresentações Culturais e de esportes radicais;

  • Cadastramento e emissão do cartão siga;

  • Circuito educativo de educação para o trânsito;

  • Entrega da premiação por categoria aos que participaram do Concurso de Redação, realizado nas escolas municipais, estaduais e particulares de ensino;

  • Esclarecimento sobre as vias que integram o sistema de área azul, regularização da notificação e vendas de cartões de estacionamento;

  • Exposição de cartazes sobre consumo consciente, jogos gigantes didáticos pedagógicos e medição de ruídos;

  • Jogos de basquete em cadeira de rodas e artesanato;

  • Jogos de quebra cabeça, memória relacionados ao tema;

  • Mini feira, com as escolas municipais e estaduais de ensino;

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Cineclube Pólis de São Paulo organiza mostra sobre o Dia Mundial Sem Carro

O Cineclube Pólis em parceria com o Movimento Nossa São Paulo, realiza sessões que têm como tema o automóvel.como mobilização do dia 22 de setembro, Dia Mundial Sem Carro.
Após a exibição dos filmes, haverá palestras sobre o assunto.
Data: 16 e 18 de setembro – à partir das 19h
Local: Instituto Pólis – Rua Araújo, 124 – Vila Buarque (próximo ao metrô República) – SP
Programação:
16 de setembro
Curtas Museu da Pessoa Especial para o Dia Mundial Sem Carro (SP, 04', 2007)
Agrocombustível: Outra Verdade Incômoda (Argentina, 30', 2008)
Direção, Produção, Roteiro e Locução: Lic. Silvana Buján
Edição: Santiago Cruz Homovidens

Os agrocombustíveis têm sido promovidos como uma fonte de energia limpa. Mas a análise de sua eficiência, emissões e ciclo de vida demonstram todo o contrário. Dia a dia aparecem novos empreendimentos, cada vez maiores e a serviço das grandes multinacionais que prometem produções enormes. O que há por trás destas corporações? Quais impactos que não confessam sobre o meio ambiente, sobre o solo, sobre os alimentos e sobre as comunidades?
Debatedoras:Christiane Costa – Coordenadora da área de Segurança Alimentar do Instituto Pólis Elisabeth Greenberg – Coordenadora da área de Ambiente Urbano do Instituto Pólis
Participação de personagens dos curtas do Museu da Pessoa


18 de setembro
Curtas Museu da Pessoa Especial para o Dia Mundial Sem Carro (SP, 04', 2007)

Em Trânsito (SP, 98', 2007)
Direção, Produção, Roteiro: Henri Arraes Gervaiseau
Co-produção: Alô Vídeo
Música: Aurélio Dias
Fotografia: Adrian Cooper
Edição: Idê Lacreta

Ao acompanhar a trajetória de alguns personagens anônimos que circulam todos os dias no trânsito da metrópole, o documantério expõe o modo como eles elaboram o ir e vir diário com outras esferas da vida, trafegando entre emoções e reflexões que surgem e se reinventam em meio à rotina.Entre olhares reais e simbólicos de passageiros do transporte coletivo, motoristas de ônibus, de carro, motoboys, revelados na intimidade da casa de cada um deles e na exposição do trânsito de todo mundo, o filme promete transformar o que parecia óbvio em novas paisagens. O documentário foi prêmiado na Jornada Internacional de Cinema da Bahia; e selecionado para o Festival de Gramado; Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; Festival É Tudo Verdade, XXIV Festival Cinematográfico Internacional do Uruguai e Festival Internacional de Documentales Del Sur/Espanha.
Debatedor: Henri Gervaiseau – Diretor do documentário
Participação de personagens dos curtas do Museu da Pessoa
Mais informações: http://www.polis.org.br/

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Contagem regressiva

E faltam.......
13 dias para a Jornada Brasiliera na cidade Sem Meu Carro.
Mandem as programações de suas cidades.A partir de amanhã estaremos divulgando.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Chevrolet lança campanha à favor da carona solidária

A Carona Solidária, tão discutida e protegida peloInstituto Ruaviva, vem ganhando adeptos cada vez maiores, o que facilita a divulgação da idéia. A Chevrolet lançou ontem dia 3 de agosto uma campanha de incentivo à carona solidária, leia abaixo a reportagem do Portal G1.
Chevrolet lança campanha de estímulo à carona nos carros
Em meio a um cenário de recordes de produção e vendas de veículos e também recordes de trânsito nas grandes cidades, a Chevrolet vai lançar uma campanha publicitária de uso consciente do automóvel e estímulo a mudanças de atitudes das pessoas em relação ao carro. Tendo formigas como personagens, a campanha vai ao ar neste domingo (3).
O objetivo é promover comunidades que organizem carona para o trabalho e fazer parte do percurso de bicicleta são algumas das propostas que a marca da General Motors vai colocar em discussão no país.
As montadoras de uma forma geral estão investindo em tecnologia para diminuir os efeitos do grande número de veículos no meio ambiente. Motores menos poluentes e alternativas como veículos híbridos e elétricos já aparecem no Japão, Europa e Estados Unidos, por exemplo.
Quanto à questão do trânsito, no entanto, os fabricantes costumam fazer vistas grossas tratando como um problema para o governo resolver. "Existe sempre a tendência do carro se tornar o vilão da história em um contexto onde o trânsito e suas conseqüências como estresse, perda de tempo, poluição e violência fazem parte do dia-a-dia dos motoristas", destaca Samuel Russell, diretor de marketing da Chevrolet, destacando que a indústria automobilística ainda não se posicionou diante do problema de onde colocar os 3 milhões de novos veículos produzidor por ano. "Vamos estimular ações para resgatar a volta do prazer de dirigir e minimizar estes problemas propondo aos consumidores o uso consciente do veículo."
Um dos grandes desafios será convencer as pessoas a pegar carona para ir ou voltar do trabalho. "Na própria GM descobrimos cinco funcionários que moram no mesmo prédio e cada um vai e volta todo dia com um carro", destaca Russell. Com parceria com um programa de mensagens instantânea e um mapeador de rotas, a Chevrolet vai disponibilizar na internet um programa no qual empresas podem criar "comunidades da carona" e organizar o uso coletivo dos carros de seus funcionários.
Mas, se todo mundo começar a pegar carona, as vendas de carros não vão cair? "Não tenho medo de vender menos carros", diz Russell. "O contexto atual exige mudanças de atitude. Além disso, nos finais de semana os veículos vão continuar sendo muito usados para locomoção pessoal. O fundamental é resolver a questão do trânsito na ida para o trabalho."

segunda-feira, 14 de julho de 2008

CARTA AOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS

Prezados(as) Prefeitos(as),
Prezados(as) Secretários(as) de Transportes e Trânsito,

A Semana Brasileira da Mobilidade, de 16 a 22 de setembro de 2008, será um momento de reflexão e ensaio sobre a mobilidade em nossas cidades. Este movimento, que vem suceder à Jornada Internacional na Cidade Sem Meu Carro, que realizamos desde 2001, é um desdobramento no Brasil da campanha iniciada nas cidades européias em 1999. O objetivo é chamar a atenção para a necessidade de se repensar o modelo de mobilidade que estamos aplicando em nossas cidades desde o advento do automóvel no início do século passado. Nas cidades européias, com sistemas de transportes públicos de altíssima qualidade, mas também penalizadas pelos efeitos negativos do transporte individual motorizado sobre a economia, o meio ambiente e a ocupação agressiva dos espaços urbanos, a Semana da Mobilidade oferece possibilidades muito diferentes das nossas. Aqui, com as limitações quantitativas e qualitativas dos sistemas de transportes públicos urbanos – por razões estruturais que importa discutir – a Semana da Mobilidade acrescenta desafios para a adesão de gestores públicos e dos cidadãos.

O Instituto da Mobilidade Sustentável, Ruaviva, introdutora no Brasil da Jornada Internacional na Cidade Sem Meu Carro, vem convidar agora os municípios brasileiros a participarem da Semana Brasileira da Mobilidade. A mudança não é apenas de ampliar o momento de reflexão e debate, de um dia para uma semana. É, sobretudo, uma correção de foco. A questão central é a sustentabilidade - ou não - do modelo baseado no automóvel, não só quanto a ineficiência energética e a poluição ambiental, mas física, em termos de ocupação do tempo e do espaço.
A proposta é, durante uma semana, a. governos, sobretudo, municipais, b. sociedade, através de escolas, universidades, entidades empresariais e sindicais, partidos e movimentos sociais; e c. imprensa, em editoria e pauta, se dediquem a debater a questão, com ensaios concretos que corporifiquem a discussão.

O resgate da rua como espaço de convivência social é uma das dimensões importantes, mas não é central. Pelas limitações de nosso transporte público, derivamos a Jornada na Cidade Sem Meu Carro para aplicações restritas de ruas de cultura e lazer. Na Semana Brasileira da Mobilidade a proposta é efetivarmos à prioridade do coletivo sobre o individual. Assegurarmos ao transporte coletivo urbano preferência na circulação viária, não só desobstruindo interferências nas faixas exclusivas, mas implantando faixas e vias exclusivas provisórias durante toda a semana de 16 a 22 de setembro.

O agravamento da crise da mobilidade nas cidades brasileiras; o foco dos meios de comunicação sobre o “caos no trânsito”, em função daquela realidade; e as eleições municipais, quando a questão transporte e trânsito se evidencia no debate político, estabelecem a oportunidade e urgência de iniciarmos já, em 2008, a Semana Brasileira da Mobilidade. Apesar do prazo curto para uma melhor preparação. Daí a denominação Ano 0, para a Jornada deste ano, a VIII Jornada, na seqüência da Cidade Sem Meu Carro.

Esperamos que a adesão dos Municípios neste ano seja, sobretudo, qualitativa. De municípios que, apesar de nossa impotência em assegurar a fluidez requerida pelos carros, ousem contrariar, ensaiando, durante uma semana, uma prioridade mais ampla para o transporte coletivo e para circulação de pedestres. E medindo resultados, ainda que inicialmente modestos, que possam ser cotejados para a avaliação das distintas experiências entre todos os municípios brasileiros.
Portanto, o convite, para que governos e sociedade reflitam e ensaiem sobre a mobilidade e seus desafios, exige audácia para aceitar e participar. Audácia, no dizer de Leonardo Boff, “é a coragem de tomar decisões e pôr em prática iniciativas que respondam efetivamente às questões”.

Para se engajar as prefeituras deverão assinar a Carta de Adesão que está no site www. ruaviva.org.br até no máximo o dia 31 de agosto. Dúvidas e outras informações pelo telefone: (31) 3224.0906 com Ana Beatriz ou Débora Possa, ou ainda no e-mail: ruaviva@ruaviva.org.br.
Contando com a participação de seu Município na Semana Brasileira da Mobilidade,
Atenciosamente,

João Luiz da Silva Dias
Diretor Presidente do Instituto Ruaviva

terça-feira, 24 de junho de 2008

Um carro a menos

Bicicletada na Praça da Estação em Belo Horizonte no dia 27/06/08, às 20:00 horas.



As ongs DEMAGRELA, AMAB, ONGTREM, MOUNTAINBIKEBH, HAJABANANA E PRIMOTUR estão promovendo uma bicicletada intitulada Um carro a Menos para esta sexta-feira dia 27 de junho. O roteiro inclui as principais ruas e avenidas do centro e termina na Praça da Liberdade.
A concentração começa às 18 horas na Praça da Estação.


Mais informações: (31) 3224.0906





Desafios e Perpectivas do projeto de implementação do Metrô em Belo Horizonte

Amanhã, dia 25 de junho, João Luiz da Silva Dias, diretor presidente do Instituto Ruaviva, vai proferir uma palestra intitulada" Metrópole e Mobilidade Urbana: desafios e e perspectivas de implementação do Metrô em Belo Horizonte" .

Este evento faz parte da posse do novo Conselho Empresarial de Política da Associação Comercial de Minas (ACM) e vai começar às 18h e 30 min , na Av. Afonso Pena, 372, 3º andar.



Mais informações: (31) 3048.0718

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Já começou a Jornada 2008!

No dia 13 de junho chegou no Ruaviva a primeira carta de adesão. A carta de adesão da cidade de Blumenau / SC.

Blumenau criou uma comissão para organizar a Jornada Na Cidade Sem Meu Carro de 2008. A comissão é composta pela Prefeitura de Blumenau através do SETERB(Serviço Autônomo Municipal de Trânsito e Transportes de Blumenau ) e a Asssociação Blumenausense Pró-Ciclovias (ABC Ciclovias).
Desde Nov. 2007 eles já estão pensando e preparando o evento a fim de que através da Jornada eles lancem conscientização , ou seja, que a Jornada não seja apenas uma rua de lazer e sim uma maneira de levar a reflexão para a sociedade. Para isso durante todo o ano de 2008 o Seterb e a ABC Ciclovias estarão realizando atividades focadas no dia 22 de setembro.
Ao longo do tempo estaremos colocando mais iniciaticas e novidades de Blumenau para que todos tomem conhecimento e para que estas possam ajudar a todos também.
Parabéns BLUMENAU!

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Seminário em Belo Horizonte da saúde e cidadania trânsito

Nos dias 17 e 18 de junho vai ser realizado em Belo Horizonte o 1ºSeminário de Promoção da Saúde e Cidadania no Trânsito. Este evento será composto de palestras, mesas redondas, oficinas e debates que se propõem a avaliar as políticas públicas com impacto no trânsito, adotadas em Minas Gerais, e suas conseqüências sobra a saúde e a qualidade da população, bem como propor a criação de instrumentos para a integração das políticas e ações das diversas instituições participantes e a potencialização do uso dos recursos existentes na busca de nossos objetivos.
As inscrições são gratuitas até o dia 11 de junho, através do e-mail, contato@transformarvidas.org.br.
Mais informações: (31) 3262 2726 - ramal 27 ou através do site http://www.transformarvidas.org.br/
O seminário é uma realização da Comissão Intersensorial de Controle e Prevenção de Acidentes de Trânsito.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Dirigindo a mudança climática

Manifestantes do Greenpeace dirigem carro dos Flinstones em direção à sede da Associação Européia dos Produtores Automotivos levando placa de pedra a produtores automotivos.O protesto foi contra o aquecimento global gerado pelos carros e ocorreu em Bruxelas, na Bélgica.


terça-feira, 8 de abril de 2008

Semana Nacional de Trânsito 2008 - A Criança e o Trânsito

A Criança no Trânsito
Carlos Alberto Ferreira dos Santos
Membro do Conselho Nacional de Trânsito
Seguindo a visão de um trânsito pessoal que particulariza a vida no exercício diário da cidadania, o Conselho Nacional de Trânsito definiu como tema da Semana Nacional de Trânsito deste ano: A Criança no Trânsito. No ano passado, o jovem teve aberta à janela de sua vida no trânsito. E em 2006, o foco da atenção foi o motociclista.
Não foi à toa que a criança foi escolhida como mote da campanha de 2008. Dados do Ministério da Saúde apontam que 2.427 crianças (de 0 a 14 anos) morreram no trânsito em 2004 (41% do total das crianças mortas em acidentes). Em 2003 foram 2.446 vidas perdidas. Pesquisa realizada em 2000 pela Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação demonstrou que do total de pedestres atropelados, 39,2% foram crianças na faixa etária entre 5 e 15 anos.
Cidadã desde o ventre de sua mãe, a criança goza do direito de um trânsito saudável e seguro já durante os nove meses de gestação. Nessa época começa a serem revelados os mistérios da paternidade e maternidade. E ter sabedoria para educar os filhos é, sem dúvida, o maior segredo a ser buscado pelos pais. Ensiná-los a se comportar nas ruas se inicia ao sair para passear com eles nas calçadas e parques. Bons exemplos dados na infância firmarão seus valores morais e éticos, e os favorecerão em todas as circunstâncias da vida no trânsito. No andar sem pressa; na paciência com os outros; no atravessar na faixa de pedestre; no respeitar a sinalização de trânsito; no usar o cinto de segurança; no caminhar de mãos dadas. Toda ação e reação dos pais são notadas pela criança, e serão imitadas em casa, na escola e nas ruas.
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) disciplina ações específicas relacionadas com a criança no trânsito. No tocante à educação, o Departamento Nacional de Trânsito vem desenvolvendo estudos para definição das diretrizes nacionais da educação para o trânsito no ensino básico (Art. 76).
O transporte correto das crianças pode reduzir em muito a gravidade das lesões e dos óbitos em acidentes de trânsito. Assim, conduzir crianças de até 10 anos de idade só é permitido no banco traseiro do veículo (Art. 64 do CTB), devendo ser usado cinto de segurança ou serem acomodadas em assentos, conforme o peso e tamanho. O bebê não deve ser transportado no colo. Deve-se usar equipamento adequado preso ao banco traseiro que evite, em caso de freada brusca ou acidente, sua projeção contra o painel e vidros ou mesmo de ser atirada para fora do veículo. Para as crianças maiores, caberá aos pais a escolha do melhor modo de transportá-las. Podem fazê-lo por meio de cinto de segurança ajustado para seu tamanho, ou por cadeirinha especial equipada no banco traseiro do veículo.
No transporte de crianças por motocicletas, o CTB penaliza com multa gravíssima motociclistas que transportem menores de 7 anos (Art. 244). Quanto ao transporte escolar (Art. 136), os veículos deverão ter cintos de segurança para todos os passageiros, além de dispor de dispositivos de segurança para as crianças de até 10 anos de idade.
As crianças são corredores natos. Impulsivas e irrequietas por natureza correm atrás de bolas, pipas e balões. Correm nas garagens e estacionamentos. Correm em bicicletas, patins, skates, patinetes. Também consideram o lugar onde moram refúgio seguro para brincar ou sentar despreocupadas no meio-fio e cantos da rua. Sentem-se confiantes por divisarem o portão de casa. Ingênuas entendem que há sempre alguém os vigiando e protegendo. Têm campo de visão restrito a sua pequena estatura, não discernindo o perigo nos carros que se aproximam. Muitas vezes são surpreendidas em atropelamentos por motoristas que não priorizam sua presença nas ruas.
As crianças não são anjos que diante do perigo batem suas asas e alçam vôo. Por isso, como adultos precisamos ser diligentes e atenciosos ao dirigir nos bairros das cidades. Agindo sempre com a possibilidade de uma criança surgir de repente ou estar brincando na rua. Acendendo os faróis no interior de garagens e estacionamentos cobertos. Respeitando os sinais e faixas de pedestres. Tendo cuidado redobrado quando uma criança se aproximar para atravessar.
A ausência de malícia, a sinceridade e a humildade tão marcantes na personalidade da criança levou Jesus a afirmar certa ocasião que “das tais é o reino dos céus”. Ele foi mais além, ao dizer que os adultos deveriam ser como crianças. Não na criancice própria desse tempo da existência, mas na humildade e esperança de seu coração.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Como morrer mais cedo em São Paulo

Texto publicado no Caderno Cotidiano da Folha de São Paulo em 09/03/2008 , escrito por GILBERTO DIMENSTEIN .

Como morrer mais cedo em São Paulo

CHEFE DO LABORATÓRIO DE POLUIÇÃO DA USP , integrante do comitê científico da Faculdade de Saúde Pública da Universidade Harvard e professor titular de patologia, Paulo Saldiva chegou ao topo de sua carreira, mas sente-se um médico frustrado: "Faço diagnósticos, mas não consigo curar", lamenta.
Ele e seu grupo de 30 pesquisadores da USP diagnosticam que, por dia, na cidade de São Paulo, a poluição mata prematuramente 12 pessoas e produz 200 vítimas de pneumonia, infarto do miocárdio, asma, otite, entre outras doenças. É o suficiente para reduzir em um ano a expectativa de vida do paulistano.
As invisíveis partículas que saem dos escapamentos dos automóveis mataram, em 2007, o dobro- isso mesmo, caro leitor, o dobro -do que os assassinatos. Se imaginarmos um estádio superlotado do Morumbi, teremos uma idéia do que representam anualmente as 200 pessoas que todos os dias adoecem por causa da poluição.
A frustração de Saldiva é que, apesar de seu diagnóstico baseado em pesquisas científicas, a poluição aumenta e mata cada vez mais gente, mas não gera tanta mobilização como a violência, a maior preocupação dos paulistanos.
As duas últimas semanas serviram para aumentar a frustração de Saldiva -um médico que, para dar o exemplo, se locomove pela cidade montado em uma bicicleta.De 2006 a 2007, como noticiou a Folha, aumentou em 54% o número de vezes em que a qualidade do ar estava imprópria. Nesse mesmo período, a taxa de homicídios na cidade de São Paulo caiu 22%. Desde 1990, a redução foi de 73%.
Nas duas últimas semanas, foram noticiados recordes de congestionamento, inclusive em períodos razoavelmente sossegados para os padrões locais. "Não vemos os políticos dispostos a enfrentar os donos de automóveis", critica o médico. Politicamente, isso é explicável.
Convivem na cidade 11 milhões de habitantes e 6 milhões de automóveis, 800 dos quais licenciados a cada 24 horas. Não é necessário ser um matemático para ver que a imensa maioria dos eleitores está motorizada.
São agradados, no geral, com pontes, viadutos, alargamento de ruas e avenidas, levados à ilusão de que a circulação vai melhorar. As obras rendem votos (e, quem sabe, ajuda em caixa de campanha), mas não soluções. Tanto não rendem soluções que já existem cálculos sobre o dia e a hora em que a cidade vai, literalmente, parar.Existe luz no fim do túnel? Existe. Mas ainda está muito difícil enxergá-la justamente por causa do excesso de fumaça.
Os crescentes incômodos com o trânsito e com a ecologia, traduzidos nas horas paradas e nas mortes e doenças, abrem espaço para que, nesta eleição municipal, se discuta até que ponto vale a pena apoiar medidas impopulares e, ao mesmo tempo, gestões urbanas mais sofisticadas.
Sofisticadas significa integrar diferentes níveis de governo no financiamento de transportes públicos. Apenas agora, depois de quase três décadas, a prefeitura deu dinheiro para a expansão do metrô, que não recebe um centavo (exatamente isso, centavo), de Brasília -um desdém indesculpável diante de uma região com tanta importância nacional.
Assim como são sofisticados os planos de integração dos vários sistemas de transportes, formando uma malha eficiente, acoplados a projetos destinados a aproximar moradia ao trabalho. Um dos planos mais ousados é a recuperação da orla ferroviária, antiga área de fábricas e hoje subutilizada, em pólo dinâmico, tirando-se proveito da existência de centenas de quilômetros de trilhos.
Medidas dessa complexidade exigem uma política diferenciada para as regiões metropolitanas, a começar da aliança de vários prefeitos vizinhos, em parceria com o governador e o presidente.
Mesmo que saiam do papel, esses planos não bastam. Os mais experientes especialistas de trânsito asseguram que serão exigidas medidas antipáticas. Uma delas é limitar as entregas de carga a determinados horários, o que desagrada aos comerciantes. Outra, ainda mais impopular, é fazer pedágio urbano para tirar os carros das ruas e, ao mesmo tempo, financiar o transporte público.
Vai dar muita briga, mas, depois, todos vão aceitar. Ninguém quer mais tirar o rodízio nem se pede mais o fim dos talões de zona azul, duas medidas que provocaram incômodos quando lançadas. O que não sabemos é se, desse pleito, vai sair um plano capaz de colocar seu projeto político individual abaixo dos interesses coletivos e topar uma briga que pode-se perder no presente, mas se ganha no futuro.O prefeito de Londres impôs o pedágio, apanhou de todos os lados, mas venceu e hoje é reverenciado pelos londrinos e aplaudido mundialmente pela sua coragem.
O que está em discussão não é o trânsito, mas a construção de uma sociedade civilizada. Provavelmente, vai aparecer a luz no fim do túnel quando os eleitores ficarem tão irritados com as mortes provocadas pela poluição como os assassinatos cometidos por marginais.
Não fosse a pressão, São Paulo não teria reduzido em 73% o número de assassinatos.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Bicicletada Belo Horizonte

AMAB, ONGTREM, MOUNTAIM BIKE BH, HAJABANANA e PRIMUTUR irão realizar a II Bicicletada de 2008 na Praça da Estação, no dia 29/03/08, às 10:30 horas, concentração na Praça da Estação, às 10:00 horas.
O percurso será:
  • a Avenida dos Andradas,
  • passando pelas ciclovias do Boulevard, até o Bairro São Geraldo,
  • retornando no mesmo itinerário,
  • depois o Mercado Municipal.

Contamos com sua presença.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Aviso para o Comitê Belo Horizonte pela Mobilidade Sustentável

Caros Companheiros de Comitê,
No próximo dia 19 de março, quarta feira, às 10 horas, haverá reunião do Comitê Belo Horizonte pela Mobilidade Sustentável.
A participação de todos é de suma importância, uma vez que começaremos discutir sobre a organização da VIII Jornada Brasileira Na Cidade Sem Meu Carro.
Para este ano precisamos de novas propostas, precisamos INOVAR. Logo, teremos começar a organização com bastante antecedência, para que o evento supere todos os anos, que consigamos atingir um maior número de pessoas. Desejamos que a reflexão não fique apenas no dia 22 de setembro.
Além de falarmos do evento (erros e acertos de 2007, tema, local de realização e etc...), teremos a oportunidade de conhecer um trabalho efetivo de Mobilidade:
A Regional Pampulha restringe o tráfego de automóveis na orla da lagoa aos Domingos.
Por este motivo, nossa reunião será na Regional Pampulha.
RUA ANTÔNIO CARLOS, Nº. 7596
REFERÊNCIAS:
PRÉDIO DA COLCHOMAR;
EM FRENTE A UEMG;
PISTA SENTIDO CENTRO-BAIRRO, POUCO ANTES DA TRINCHEIRA.

Para quem ainda não conhece o projeto, na reunião daremos uma explanada sobre o assunto. Venha conhecer e participar!

Sites relacionados:
http://www.ruaviva.org.br/

http://www.22september.org/

Vale ressaltar que a participação de todos é de suma importância.

Mais informações (31) 3224.0906.

Saudações,
Se você deseja comunicar em nosso blog as programações, reuniões sobre a jornada ou projetos de mobilidade da sua cidade, mande e-mail para : ruaviva@ruaviva.org.br

quarta-feira, 12 de março de 2008

Recordes negativos

Estamos chegando em um estado de calamidade no trânsito.
A sociedade deve se unir e brigar por transporte público eficiente.
Abaixo segue notícia Bom Dia Brasil...
Marcha Lenta
(fonte : http://bomdiabrasil.globo.com/Jornalismo/BDBR/0,,AA1675360-3682-801565,00.html)

Milhões de brasileiros são barrados diariamente em suas próprias cidades pelo trânsito. Só em São Paulo, por dia, são 500 carros novos nas ruas. (...)Mas os congestionamentos não são exclusividade de São Paulo. Com o crescimento da frota, outras capitais começam a enfrentar o mesmo drama.
“Cento e noventa quilômetros de congestionamento é a pior coisa que pode acontecer a qualquer ser humano”, diz um motorista.
A velocidade média nos piores horários vem diminuindo. Em 2005, eram 28 quilômetros por hora; em 2006, 25 quilômetros por hora; e no ano passado, 24 quilômetros por hora.
“É perfeitamente previsível que essa cidade vai parar, travar de uma vez, em um prazo não muito longo”, acredita o urbanista Cândido Malta Filho.
As marginais, criadas para agilizar a locomoção entre os bairros, não dão mais conta do volume de carros e também de caminhões. São 320 mil por dia, e a maioria passa pelas pistas. Muitos ficam pelo meio do caminho, quebrados. Resultado: mais lentidão.
“Meu trecho é mais no Centro. É um trecho sempre problemático”, comenta outro motorista.
(...)
Veículos novos todos os dias são bons para a economia, mas para o transito das grandes cidades... Manaus, que tem uma frota de 400 mil carros, ganha três mil novos por mês. As avenidas ficaram pequenas.
A tática antiestresse vem do Recife. Na volta para casa e até na hora do almoço, a cidade pára. “Eu tento ligar o som e me distrair um pouco. Se afobar não vai adiantar nada”
Em um ponto, especialistas e autoridades concordam: o trânsito nas grandes cidades só irá melhorar com um sistema transporte publico eficiente, que atenda a um número maior de pessoas. Para isso, são necessários investimentos que priorizem corredores de ônibus e linhas de metrô e de trem.
Em São Paulo, o plano de expansão da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) prevê mais 36 quilômetros de linhas em três anos. Enquanto isso, o motorista sente no corpo os efeitos de uma cidade que se move mais devagar.
“Dói tudo, das costas à cabeça. Só dá tempo de chegar em casa, encostar a cabeça e esperar outro dia chegar”, diz um jovem motorista.
(...)
Na semana passada, por causa dos congestionamentos e dos atrasos dos ônibus, as pessoas fizeram uma enorme manifestação e pararam, por quase quatro horas, a Avenida M’Boi Mirim, uma das principais da Zona Sul. Assim como os carros ficam parados, os ônibus também ficam.
Brasília também sofre com o caos no trânsito
O problema do trânsito não é só São Paulo. São as grandes cidades do país. Em Brasilia, por exemplo, o planejamento na construção de avenidas largas– Brasília foi um projeto para o automóvel – não foi suficiente. Não podia prever o crescimento.
Em dez anos, a frota de carros dobrou. O sistema de transporte público é ineficiente. Os moradores partem, então, para soluções individuais: o carro. O resultado está nas vias engarrafadas. E isso só tende a piorar quando Brasília atingir a marca de um milhão de veículos nas ruas.
Brasília é uma cidade planejada com avenidas largas e muitas retas, mas um trânsito... “Péssimo, péssimo. Nem se compara há 15 anos, quando eu trabalhava aqui. Está piorando cada vez mais”, comenta o motorista Nadabe Ramos.
“Está complicado. Para sair de casa, tem que ser no mínimo duas horas antes”, diz a auxiliar gráfica Maria Jovina.
Os engarrafamentos viraram rotina em alguns pontos da cidade. A Esplanada dos Ministérios é um deles. Concentra um grande número de funcionários e ainda recebe gente de todo o país em manifestações que deixam o tráfego caótico.
O Distrito Federal tem metrô, mas são poucas linhas. Atendem a menos de 5% da população.
“Além de poucas estações, você nunca chega ao local. Você sempre tem que pegar outra condução e, então, acaba pagando duas ou até três passagens”, conta a esteticista Elisabeth Souza.
Quem anda de ônibus também critica o transporte coletivo da cidade. “A passagem é cara. O ônibus quebra constantemente. Carro não é luxo. É uma necessidade, algo que é preciso”, comenta o estudante José Vitor Barbosa.
Uma necessidade e uma cultura de Brasília – e o alto poder aquisitivo ajuda. A frota não pára de crescer. Só em janeiro, a cada hora foram comprados dez automóveis novos.
O Distrito Federal tem tantos carros que cabe a população inteira dentro deles. São 2,3 milhões de habitantes para uma frota de quase um milhão de veículos.
“Perigoso é nós esperarmos chegar à situação de São Paulo para pensarmos em alternativas. É preciso fazer as alterações agora”, afirma o professor de engenharia de tráfego da Universidade de Brasília (UnB), Paulo César Marques.
O Distrito Federal ainda não tem uma empresa que cuide da engenharia de tráfego. Quanto aos ônibus, são 2,4 mil nas ruas, mas 60% dessa frota precisa ser substituída por estar sucateada.
BH também espera construção de Rodoanel
Em Belo Horizonte, o movimento no anel rodoviário mais que dobrou em apenas cinco anos. Um dos motivos é o crescimento das cidades na Região Metropolitana. Moradores de Contagem, Sabará, Betim, Santa Luzia e Ribeirão das Neves, além de vários bairros da capital mineira, passaram a usar o anel como avenida.
De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual, em 2003 passavam por lá no máximo 45 mil veículos por dia. Hoje são cem mil, com previsão de aumento.
Pelo anel, passam as rodovias federais em direção ao Rio de Janeiro, Brasília, Vitória, São Paulo, Triângulo Mineiro e leste de Minas. São 27 quilômetros de curvas com alguns trechos de serra. Excesso de velocidade em dias de chuva está entre as principais causas de acidentes.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Inspiração feminina

O Instituto Ruaviva aproveita o espaço do Blog para Parabenizar todas mulheres pelo último domingo, dia 8 de março - PARABÉNS! Um pouco atrasado, mas com muito carinho...
Apesar de por muitos anos as mulheres serem taxadas como sexo frágil, hoje percebemos a fortaleza de cada uma. As mútiplas jornadas, marido, filhos, trabalho, estudos, tudo feito com muito carinho e charme.
Como homenagem à todas as mulheres vamos apresentar aqui(para os que ainda não conhecem) um grupo de mulheres de Belo Horizonte que fazem a diferença. As meninas do " Hora do Blush!"
"Você deve estar se perguntando: 'O que, afinal, é HORA DO BLUSH?' Não faltam respostas: é uma coluna que aborda assuntos femininos na revista Bike Action, é um site na internet, são eventos esportivos voltados para as mulheres. Mas a soma de tudo isso é ainda maior. Ser HORA DO BLUSH é acreditar na força da mulher e enxergar o esporte como estilo de vida.
Não que os “meninos” não possam entrar no nosso clube; podem e devem. Mas aqui, a ótica do esporte é vista com lentes cor-de-rosa. A gente conversa, esclarece, dá notícias, conta novidades e se diverte. Entre e fique à vontade. Não importa qual é a sua onda: seja rolé ou competição. Mas saiba que charme aqui é equipamento obrigatório!"

Entre no site http://www.horadoblush.com.br/ e fique por dentro das dicas para pedaladas , acessórios, veja as fotos e é claro se inteirar dos eventos do Projeto.
Parabéns pela iniciativa destas garotas e que continuem com toda essa força.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Bons Exemplos

Chegou no e-mail do Ruaviva, fotos de cidades do interior de Minas Gerais que tem a bicicleta como um modal significativo. BONS EXEMPLOS!

Bicicletário em Araguari

Estacionamento de Bicicletas em Montes Claros

Benefícios do uso da Bicicleta

(fonte: http://www.saopaulodapedal.kit.net/cidades/beneficios%20do%20uso%20da%20bicicleta.htm)

Para a prefeitura:
- humaniza e valoriza imagem da administração,

- a bicicleta é simpática, leve e tem grande demanda reprimida,

- intervenções viárias de baixo custo,
- é a mais eficiente e barata forma de educar para o trânsito,
- fortalece as boas potencialidades dos locais onde é implantado,
- melhora o acesso ao pequeno comércio,
- melhora condições para pequenos deslocamentos de todos os não motorizados: cadeirantes, skates, patins e outros,
- melhora da qualidade do meio ambiente.

Para a sociedade:
- reaviva o bairro e a comunidade,
- diminui custos previdenciários,
- economiza espaço urbano,
- diminui veículos nas ruas,
- diminui conflitos de trânsito,
- melhora todos os índices ambientais.

Para o usuário:
- melhora geral na saúde,
- propicia liberdade e auto-estima,
- excelente para pequenas compras,
- estaciona exatamente no local de destino,
- é o modo de transporte de menor custo,
- é o mais prático transporte para pequenas e médias distâncias,
- possibilita fácil integração ao sistema de transporte coletivo.

terça-feira, 4 de março de 2008

Quem disse que carro é sinônimo de rapidez?

Muito vem se discutindo sobre os congestinamentos, e outros problemas do automóveis no cotidiano. E é sempre bom lembrar que este não é um problema apenas de São Paulo. cada vez mais cidades se vêem envolvidas em engarrafamentos, congestionamentos e mais mentos, mentos e mentos.

Com esta exacerbada compra de carros temos, dentre muitos outros, o seguinte problema: " Chave na mão agora é ficar confortavelmente PARADO."

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM797998-7823-CAOS+NO+TRANSITO+DESAFIA+CADA+VEZ+MAIS+OS+PAULISTANOS,00.html

A maior cidade do Brasil pára. Não podia, segundo a lenda, mas que pára, pára por longos períodos. Há pouco tempo, falava-se em engarrafamentos de 50 quilômetros. Depois 60, 70... Cem quilômetros. E esse número não pára de crescer.

A cada dia a fila é mais longa. Por quatro vezes em menos de uma semana, os congestionamentos foram os maiores já registrados na cidade para o horário, logo cedo. E a tendência é piorar: a venda de carros subiu 40% nesse primeiro bimestre.

Mas, para o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, os congestionamentos não aumentaram. Segundo ele, os números subiram porque mais ruas agora estão sendo monitoradas.

Na hora de ir para o trabalho ou para a escola, é hora de todo mundo sair de casa ao mesmo tempo. Mesmo quem sai um pouco mais tarde não escapa. A vontade de avançar mais um metro que seja deixa o motorista apressado bem no meio do caminho.

“O trânsito é terrível”, opina um motorista.

Não adianta mesmo: pode mudar de rua, escolher outro trajeto, mas o horizonte continua a ser a placa do carro da frente. “Vamos chamar de caos, e não de trânsito”, comentou um senhor.

Placa por placa, só em fevereiro foram para as ruas de São Paulo mais de 190 mil – a maioria carros novos. Nesses dois primeiros meses de 2008, as concessionárias venderam 40% mais que no mesmo período do ano passado. Muita gente estava dentro do ônibus recentemente conseguiu mudar de lado.

“Estabilidade da moeda, inflação contida, taxas de juros em baixa, expansão dos prazos de financiamento”, destaca o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Sérgio Reze.

Prestação R$ 30 mais cara dá direito, na opinião do auxiliar técnico de computador Cláudio Souza Dias, a “direção hidráulica, ar condicionado, vidro elétrico, trava elétrica e os opcionais que vem de série”.

Com a chave na mão, agora é ficar confortavelmente parado.

“Existe a construção de uma cultura de que a solução dos transportes nas cidades é uma solução individual, e a solução individual é cada um ter seu automóvel. De isso fosse verdade, a cidade de São Paulo não teria os quilômetros de congestionamento que nós temos todos os dias”, avalia o engenheiro especialista em transporte, Ailton Brasiliense.

Tem outro jeito? “São Paulo tem cura. Fez tudo errado, mas tem cura. E a cura é investimento maciço em transporte público”, acrescenta o engenheiro Ailton Brasiliense.

“Eu acho que o rodízio está superado, a não ser que eles inventem uma nova forma de rodízio”, opina um motorista.

Pistas quase vazias, poucos carros – esse é o trânsito que todo motorista de São Paulo sonha encontrar. Mas isso só é possível depois das 21h. E a alegria só dura até mais ou menos às 6h30, quando a cidade volta ao seu normal.

“O paulistano já se conformou: a gente já sai de casa calculando as duas horas que leva para sair de casa para o trabalho”, comenta outro motorista.

A hora marcada para o compromisso precisa ser um pouco mais flexível até para o prefeito da cidade, Gilberto Kassab, que chegou atrasado para a entrevista.

“Foi o trânsito. Trânsito é sempre um complicador. Mudou a forma de monitorar o trânsito. Hoje foi ampliado o número de ruas que são monitoradas. Portanto, o número de quilômetros de retidão é maior. Não aumentou; existe mais amplitude na avaliação da prefeitura, e os números são maiores. Porém, isso não quer dizer que o trânsito não seja algo muito grave na cidade de São Paulo e que deve ser enfrentado. Soluções devem ser apresentadas de curto prazo também, como corredor e metrô, sem falar da importância do Rodoanel”, afirmou o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

Até lá, cada um encontra um jeito de sobreviver. Qual a fórmula para ficar parado no trânsito? “CD de musica relaxante acho que é a única solução. E paciência, muita paciência”, diz um motorista.

Outro problema grave são os caminhões que tentam atravessar São Paulo. Um deles acabou tombando na Rodovia Fernão Dias na manhã desta terça-feira (4). Ele derrubou a mureta central, que divide as duas faixas, e acabou tombando. Duas pessoas ficaram feridas e duas faixas de trânsito estão congestionadas.

Os caminhos precisam passar por São Paulo, porque só por meio das marginais é que eles conseguem acessar as outras estradas, inclusive o Porto de Santos, muito procurado pelas empresas de carga e descarga.

Uma pesquisa recente também mostra que o Centro de São Paulo perdeu 400 mil moradores. Por falta de condições financeiras ou em busca de áreas mais tranqüilas, muita gente foi morar em bairros distantes ou cidades da Grande São Paulo. Só que, na hora do trabalho, sai todo mundo ao mesmo tempo. Resultado: congestionamentos.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Entrando no Clima

Para ficar por dentro da Semana Européia Sem Meu Carro acesse o site:
http://www.22september.org/

Segue abaixo o texto traduzido sobre o tema de 2008 para a Jornada Européia:

Ar limpo para todos

Entre os tópicos do interesse particular para cidadãos europeus, se pode encontrar a qualidade do ar. Nós todos necessitamos de uma qualidade boa do ar para nossa própria saúde e aquela de nosso ambiente.

Ar limpo para todos! Um sonho ou uma realidade possível?

Durante os últimos anos, muitas questões foram levantadas quanto os efeitos perigosos de emissões causadas por atividades humanas, sobretudo no setor dos transportes. Com efeito, enquanto que o transporte é essencial para fazer funcionar as zonas urbanas, que também contribuiu para uma série de problemas, como a perda de produtividade e da poluição atmosférica.

Embora tenham sido tomadas medidas para reduzir as emissões nocivas do sector dos transportes e que os veículos se tenham tornado mais limpos, os efeitos benéficos destes avanços tecnológicos são perdidos devido ao excepcional crescimento da utilização do automóvel! A principal preocupação agora é desenvolver políticas e programas que visam reduzir v e para desenvolver tecnologias alternativas, como combustíveis mais limpos.

Ações concretas para reduzir as emissões de poluentes já foram tomadas, mas mais ainda precisa ser feito. É nossa responsabilidade direta para lidar com este problema, mudando o nosso dia-a-dia, comportamento, tendo em pequenas, mas eficientes ações para o nosso ambiente. As autoridades locais têm um papel crucial a desempenhar na implementação das legislações nacionais e européias e a necessidade de proteger a saúde dos seus cidadãos. No entanto, as autoridades locais precisam do apoio de todos os intervenientes locais para enfrentar o desafio de reduzir as emissões nocivas.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Um novo começo

E que venha a VIII Jornada Na Cidade Sem Meu Carro
O RUAVIVA – Instituto da Mobilidade Sustentável dará ínicio à organização da VIII Jornada Brasileira “Na Cidade Sem Meu Carro” em Março.
Com prospecção de cidades e muitas esperanças para que ano alcancemos um GRANDE número de adesões.
Contamos com a ajuda de todos!

O nosso site será atualizado e manteremos as informações aqui no blog como no ano passado, uma vez que este veículo de comunicação nos proporcionou maior interatividade entre as cidades e o Ruaviva com as cidades .

Já foi lançado o tema da "European Mobility Week" que este ano será "Clean Air For All" ( Ar limpo para todos).

Dúvidas, reclamações, sugestões estaremos disponíveis através do e-mail: ruaviva@ruaviva.org.br e no telefone (31) 3224 - 0906.




terça-feira, 6 de novembro de 2007

Belo Horizonte tem mais veículos do que motoristas habilitados


Belo Horizonte tem quase 125 mil veículos a mais do que o número de motoristas habilitados e a frota cresce num ritmo bem maior do que o da população, o que ajuda a explicar os constantes e irritantes congestionamentos diários e, sobretudo, os abusos que muitos condutores cometem. Se de um lado as pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) mostram que o total de moradores na capital passou de 2,238 milhões de pessoas, em 2000, para 2,412 milhões em 2007 (aumento de 7,8%), dados do Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran) revelam que o registro de veículos saltou de 679,7 mil unidades para 993,3 mil no mesmo período (crescimento de 46,1%). BH tem 868.773 condutores para 993.351 carros, motos, vans, ônibus, caminhões e outros modelos. A disparidade pode ser explicada pela facilidade em comprar um veículo, devido aos juros baixos e à dilatação no prazo de pagamento. Por isso, muitas pessoas têm condições de ter mais de uma opção de transporte na garagem. Diversos motivos explicam as retenções e o risco de acidentes, como a topografia acidentada, as ruas estreitas, os quarteirões curtos, se comparados aos de outras capitais, e um transporte público que não é eficiente. Mas especialistas alertam que os vilões de grande parte dos acidentes e da lentidão são os próprios motoristas. Muitos não respeitam a legislação: abusam da velocidade e fazem manobras que põem em risco a vida deles próprios e de terceiros. Não é difícil flagrar condutores que avançam o sinal vermelho, estacionam em fila dupla e fecham cruzamentos. "Há, principalmente, três situações desfavoráveis em Belo Horizonte: a topografia, a necessidade de se fazer cumprir a legislação do trânsito e o comportamento catastrófico de motoristas. Poucos se sacrificam em favor da coletividade. Até profissionais do volante, como motoristas de ônibus, fecham cruzamentos e trafegam por muito tempo pelas faixas da esquerda. O restante dos condutores também comete outros tipos de abusos", reforça o engenheiro Osias Batista, coordenador de pós-graduação em Transporte e Trânsito da Universidade Fumec. Uma estatística da BHTrans ilustra bem a crítica feita pelo especialista. As 215.221 multas aplicadas no primeiro semestre mostram a espantosa média de 1.189 notificações diárias. São quase uma por minuto. Boa parte das infrações se refere a estacionamento irregular, como parada em desacordo com a lei ( 37.301 autuações), local ou horário proibidos (10.892), sobre passeio, ciclovia ou faixas de pedestres (7.224), fila dupla (3.410), ponto de ônibus (1.410), porta de garagem (891) e na contramão (458). A prefeitura encomendou ao Instituto de Pesquisa Doxa, em junho, um levantamento sobre o comportamento dos motoristas que moram na capital. Dos 418 condutores entrevistados, 15% admitiram que avançam o sinal vermelho, 9% confessaram que estacionam em local proibido, 7% excedem a velocidade permitida, outros 7% dirigem falando ao telefone celular e igual percentual faz conversões irregulares. Além deles, 4% têm o hábito de ultrapassar em local perigoso.


* Reportagem retirada do Jornal Estado de Minas - 3/11/2007

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Movimento para tornar viáveis os veículos elétricos se intensifica

Até o fim do primeiro trimestre de 2008, começará a rodar nas ruas de São Paulo, mais especificamente no corredor exclusivo para ônibus Jabaquara-São Matheus, na grande São Paulo, o primeiro ônibus a hidrogênio do Brasil. A partir de sua entrada em operação, o veículo elétrico será testado. Se bem-sucedida, a experiência poderá fazer com que mais quatro modelos sejam colocados em funcionamento nas ruas paulistanas em 2009.
"Já foi montada a carroceria do ônibus e foram feitos com grande êxito os testes com bateria", afirma o presidente da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), José Ignácio Sequeira de Almeida. No corredor onde o ônibus circulará, a velocidade média dos veículos é de cerca de 25 km/h, o que proporciona testar seu rendimento em condições melhores. Na ausência de corredores, a velocidade média dos ônibus paulistanos cai bastante, chegando nos horários de pico a apenas 8 km/h.
"Estamos ingressando em uma tecnologia inovadora e cujo desenvolvimento poderá beneficiar o transporte urbano de São Paulo, já que não há emissão de poluentes com ela", afirma o Sequeira. No Brasil, cerca de 13 mil pessoas morrem a cada ano por contaminação do ar, conforme dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). O maior problema está no tráfego de veículos, onde são geradas emissões de poluentes.
A entrada em operação do primeiro ônibus a hidrogênio do Brasil coincide com o aumento da discussão sobre a viabilidade dos veículos elétricos (a bateria, híbridos, de célula a combustível e trólebus). "Começa a haver mais busca de informações", diz o diretor-executivo da Associação Brasileira dos Veículos Elétricos (ABVE), Antônio Nunes Junior.

*Reportagem extraída do Jornal Valor Econômico

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Macapá - Estudos de Mobilidade Urbana para adequação de vias.

A prefeitura de Macapá assinou contrato com Instituto Ruaviva para fazer os estudos necessários visando a elaboração dos projetos básico e executivo do Plano de Mobilidade Urbana de Macapá. A proposta prevê tornar mais eficiente a circulação de pedestres e veículos na capital.
O projeto prevê a definição dos corredores de transporte coletivo; de cargas pesadas com horários determinados ; acessibilidade para pessoas portadoras de necessidades especiais e etc. Serão feitas várias pesquisas quantitativas, por exemplo de pedestres, bicicletas, motocicletas, veículos, estacionamentos, número de acidentes de trânsito, para diagnosticar os problemas existentes.
A avenidade Fab será a primeira a ser trabalhada como via modelo. Além da sinalização vertical e horizontal, as calçadas serão padronizadas e com acesso para pessoas com necessidades especiais.
Até o fim deste ano, a Prefeitura de Macapá vai fazer uma audiência pública para informar à sociedade sobre o Plano de Mobilidade Urbana e das mudanças que serão feitas.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Campanha OUSADA - BEM HUMORADA E EFICIENTE contra o excesso de velocidade


Uma pesquisa encomendada pelo governo australiano sugere que a campanha que relaciona excesso de velocidade no trânsito ao tamanho do pênis masculino é eficaz. De acordo com os dados do próprio governo, cerca de 60% dos homens jovens entrevistados admitiram que os comerciais fizeram com que eles repensassem seus hábitos na direção. Os anúncios de televisão mostram mulheres dobrando o dedo mínimo quando motoristas passam em alta velocidade, dando a entender que o motorista está correndo porque tem o pênis pequeno. A campanha publicitária da agência de Trânsito do Estado de Nova Gales do Sul tem como público-alvo jovens do sexo masculino com idades entre 17 e 25 anos e, desde que estreou em junho, gerou polêmica e acusações de discriminação. As autoridades locais dizem, no entanto, que alguns egos feridos são um preço baixo a pagar se os anúncios ajudarem a salvar uma vida. Segundo a agência de trânsito do Estado, o excesso de velocidade é responsável por cerca de 40% dos acidentes nas estradas todos os anos. "O ato de dobrar o dedinho atinge uma faixa crucial dos motoristas jovens. Eles estão usando (o gesto) para diminuir a velocidade dos amigos e impedir que eles ajam de forma imprudente nas nossas estradas", disse o secretário de Trânsito Eric Roozendaal ao jornal Sydney Morning Herald. Terapia de choque Segundo os responsáveis pela campanha, a idéia nasceu após a constatação de que os anúncios tradicionais mostrando as conseqüências do excesso de velocidade, como cenas de acidentes e feridos, estavam se tornando menos efetivos entre os jovens. Segundo John Whelan, diretor da agência de trânsito, "jovens expostos a jogos de computador, à mídia moderna e a filmes de terror" não se impressionam mais com as imagens das campanhas tradicionais.Além das propagandas na TV, a campanha - que custou 1,9 milhões de dólares australianos (cerca de R$ 3,15 milhões) - também tem anúncios para cinema, pontos de ônibus e internet. Os cartazes trazem o slogan "Alta velocidade. Ninguém te acha grande" e oferecem preservativos "extra extra pequenos" aos que se excedem na velocidade.Assista o vídeo da campanha em : www.rta.nsw.gov.au/cgi-bi/player.cgi?flv=noonethinksbigofyou_low
Olivetto abordou tema nos anos 70

O publicitário Washigton Olivetto da agência W/Brasil, criou na década de 70 uma campanha de segurança no trânsito que associava alta velocidade à impotência.
A diferença entre o filme criado por Olivetto e o australiano, está no tratamento do assunto. Por aqui a campanha teve apelo dramático, em contraposição ao humor australiano. O filme, protagonizado pela atriz Irene Ravache, exibia queixas de uma mulher com relação ao marido que dirige em alta velocidade. Ela acredita que ele corre demais por ter problemas de impotência sexual. O mais interessante é que a expressão “impotência” não era usada em momento algum. Ao final do filme, o locutor alertava: “O homem que corre demais no trânsito tem um problema. Se você não tem um problema, então por que você corre? Ou será que você tem um problema?”.
“O filme teve forte repercussão, gerou comentários, começou a transformar a população em ‘repressora’ dos irresponsáveis no trânsito, que eram chamados de impotentes, mas acabou saindo do ar, censurado pelos moralistas de plantão”, afirma Olivetto, fazendo referencia à censura militar após a segunda semana de veiculação do filme. A campanha rendeu o prêmio Leão de ouro ao publicitário.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Santa Maria - Crianças se reuniram para consientização no trânsito

Devido ao excesso de chuva, a Jornada Brasileiro Na Cidade Sem Meu carro, foi adiado para dia 28 de setembro. O programa é uma parceria das Secretarias de Esporte e Lazer, Comunicação Social, Cultura, Proteção Ambiental, Trânsito e Brigada Militar.
A cidade acredita que a realização da Jornada é uma iniciativa louvável para o envolvimento das crianças com o meio ambiente, com a organização do trânsito, para que elas celebrem a vida. Um dos organizadores do evento este ano foi o Movimento Tradicionalista da 13ª região (MTG). Como o MTG deve cumprir o artigo primeiro do movimento que tem a missão de auxiliar o estado na resolução dos seus problemas para a conquista do bem coletivo.e esse ano o tema é o Meio Ambiente, eles acharam que a parceria seria saudável. Em frente ao campo da Brigada, alunos da escola Coronel Pilar e Rômulo Zanchi fizeram apresentações musicais mostrando o que aprenderam sobre o trânsito e também, além de prestigiarem a Banda da Brigada Militar que tocou no local. A diretora da Escola Rômulo Zanchi, Isa Cristina Barbosa Pereira afirma que o projeto é válido por tirar a criança da sala de aula. "No momento em que elas caminham pelas ruas já estão em contato com o trânsito.” diz ela. “As crianças estão criando uma expectativa melhor quanto ao futuro a médio e a longo prazo teremos um consciência maior quanto mobilidade urbana”, explica a coordenadora pedagógica do Programa Municipal de Educação no Trânsito, Lélia Toffoli.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

São Paulo - Pesquisa Ibope Inteligência

O Movimento Nossa São Paulo, organizadores da Jornada Brasileira Na cidade Sem Meu carro de São Paulo, encomendou uma pesquisa para o Ibope Inteligência.
Interessantíssimo.Estaremos disponibilizando no blog uma parte desta, quem a quiser na integra mande nos um e-mail para : ruaviva@ruaviva.org.br.
Segue:
Pesquisa quantitativa, com aplicação de questionário estruturado através de entrevistas face-a-face.
OBJETIVO GERAL – Levantar junto aos moradores da cidade de São Paulo opiniões relacionadas ao Dia Mundial Sem Carro
LOCAL DA PESQUISA – São Paulo/SP
UNIVERSO – moradores da cidade de São Paulo com 16 anos ou mais
PERÍODO DE CAMPO – de 26 de setembro a 1º de outubro de 2007
DIMENSIONAMENTO – 805 entrevistas.
AMOSTRA – O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.
Como foi o final de semana?
(22 e 23 de Setembro)
76% Igual.
24% Diferente.
Tomou conhecimento de alguma campanha/ movimento no fim de semana?
(22 e 23 de setembro)
71% Tomou.
29% Não Tomou.
Tomou conhecimento do Dia Mundial Sem Carro?
53% Tomou.
47% Não Tomou.
Uso do carro no sábado, dia 22 de setembro.
Precisou usar o automóvel e usou normalmente 36%.
Precisou usar o automóvel, mas foi de outro jeito 6%.
Não precisou usar o automóvel 58%.
Qual a sua avaliação sobre o Dia Mundial Sem Carro?
Ótimo 31%.
Bom 38%.
Regular 11%.
Ruim / Péssimo 4%.
Não sabe / Sem Opinião 16%.
Hábito
Tem carro 42%.
Usa todo dia / quase todo dia 22%.
Freqüência de uso – Ônibus
Todos os dias 21%.
Quase todos os dias 13%.
De vez em quando 54%.
Nunca 12%.
Freqüência de uso – Metrô
Todos os dias 11%.
Quase todos os dias 11%.
De vez em quando 60%.
Nunca 18%.
Freqüência de uso – Trem
Todos os dias 2%.
Quase todos os dias 3%.
De vez em quando 44%.
Nunca 51%.
Freqüência de uso – Bicicleta
Todos os dias 5%.
Quase todos os dias 4%.
De vez em quando 23%.
Nunca 58%.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Campo Grande


Mais de 15.000 pessoas participaram do evento, que transformou a Rua 14 de julho em uma grande área de lazer. Futebol, basquete, bandas, passeios de bicicleta, jogos educativos... A rua se transformou em um espaço público de convivência prazerosa, sem carro para atrapalhar.

Graças a participação da população e o empenho da prefeitura, a VII Jornada Internacional Na Cidade Sem Meu Carro em Campo Grande foi um sucesso!




terça-feira, 9 de outubro de 2007

Vitória - Campanha permanente : Carona Solidária


Uma das ações que a Jornada Na Cidade Sem Meu Carro incentiva é a implementação de medidas como a partilha de automóveis, mas conhecida como carona solidária ( car pooling).Esta partilha tiraria mais carros da rua, ajudaria para diminuir o número de passageiros nos ônibus , os deixando mais agradáveis para os outros usuários e sem falar que contribui muito para a vida em comunidade, a sociabilização.Esta foi a proposta da campanha Placa de Destino da Carona Solidária, lançada pela Prefeitura de Vitória como parte da Jornada Internacional Na Cidade Sem Meu Carro. A campanha – que será permanente – funciona da seguinte forma: nas guaritas de saída dos prédios da Administração estarão disponíveis placas sinalizadoras dos destinos mais comuns. O servidor interessado em pegar carona mostra a placa com seu destino para os motoristas que estão de saída. O motorista solidário pára e combina com o caronista, que devolve a placa à guarita e segue no carro.
O Instituto Ruaviva, como coordenador da Jornada Brasileira, coloca esta ação como uma das mais importantes da Jornada 2007 e modelo a ser seguido pelas outras cidades.
Parabéns Vitória.Aguardamos as fotos do evento.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Osório - Exemplo de comprometimento

Devido ao mau tempo no dia 22 de setembro a cidade de Osório no Rio Grande do Sul não teve a oportunidade de realizar as atividades da Jornada Na Cidade Sem Meu Carro. Porém conscientes da necessidade e importância da discussão do assunto, a Coordenadoria de Segurança e Trânsito realizou o evento no dia 06 de outubro.
Gostaríamos de parabenizar o comprometimento da cidade.
A Jornada 2007 de Ósorio contou com um passeio ciclístico, sorteio de bicicletas, distribuição de mudas de flores e árvores, exames preventivos de saúde (pressão, colesterol e diabetes), apresentação da Banda Municipal e distribuição de panfletos de orientação para um trânsito seguro. Além da participação da Prefeitura Municipal, o evento contou com o apoio do Lions Clube, Rotary Clube, CRV Litoral Norte, CRV Osoriense, CRD, Brigada Militar do Estado, através do 8ºBPM e do Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal.
Seguem as fotos:Passeio ciclísticoApresentação da banda municipalRestrição do acesso de automóveis com distribuição de mudas





Blitz educativa

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Divinópolis - A primeira participação das muitas que virão.

A Jornada, em Divinópolis, aconteceu na Praça Benedito Valadares, mais conhecida como “Praça do Santuário”, localizada no Centro da Cidade. Foi restringido um quarteirão da Av. 21 de Abril, defronte a referida Praça, onde foi criado um espaço de 400m², todo gramado e armada uma tenda de 10x10m, com ornamentação de plantas e mudas, mesas e cadeiras, criando um recanto voltado para o meio ambiente e à qualidade de vida. Ao lado desse espaço, foram disponibilizados brinquedos infláveis para a diversão das crianças.
No interior da Praça do Santuário, foram montados stands sobre trânsito, meio ambiente, saúde e qualidade de vida com medição de pressão arterial e dicas sobre saúde e segurança no trânsito. Durante todo o decorrer do dia, houve apresentações de corais, teatro de bonecos (abordando o tema), apresentação de dança, recreação e oficinas de pintura e desenho, desenvolvidas por voluntários da Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Turismo.
O Superintendente de Trânsito e Transportes fez a abertura do evento e o Hino Nacional foi cantado pelo Coral Santa Lúcia, composto de alunos do Núcleo Santa Lúcia, pertencente à Secretaria Municipal de Promoção Humana. Logo após, houve a apresentação do “Coral SERSÃO” cujos componentes são pacientes do Serviço de Referência em Saúde Mental – SERSAM, da Secretaria Municipal da Saúde Pública. Houve participação do comércio em torno do local, com distribuição de sorvetes, doação de livros infantis e promoções de lanches.
O evento contou com a participação da Polícia Militar, Rodoviária e do Meio Ambiente, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, SEST/SENAT, auto-escolas, empresas privadas, Unimed, Plano “Saúde Vida”, Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Turismo, Secretaria Municipal de Promoção Humana, Superintendência de Desenvolvimento Comunitário, dentre outros.
No final da tarde, o evento foi encerrado com um passeio ciclístico nas ruas da região central.
Houve participação da população, proporcionando, nessa primeira vez, uma reflexão sobre as formas de mobilidade humana nos dias atuais. Houve, também, a cobertura da mídia televisiva local, regional, rádios e jornais.



quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Cuiabá - Esse movimento eu assino em baixo

Cerca de 2 mil pessoas passaram pela Praça Alencastro na Jornada Brasileira Na Cidade Sem Meu Carro. Com a realização de várias atividades interagindo população e trânsito, a Prefeitura de Cuiabá vem tentando mudar a realidade atual do trânsito de Cuiabá . O evento começou com uma caminhada que teve como ponto de partida a Igreja de São Benedito na Praça do Rosário.Após a abertura deu-se inicio as atividades educacionais e reflexivas a respeito do trânsito como apresentação teatral do grupo Educarte formado por agentes fiscais de trânsito, a gincana escolar sobre o tema, jogos de basquete, concurso de desenhos.


As pessoas que passaram pela Praça deixaram sua assinatura no engajamento a campanha ‘Paz no trânsito’ que ficou afixado num painel na entrada da Prefeitura de Cuiabá . Isto mostra que a população também está preocupada com a violência no trânsito e quer mudar essa realidade .
Afim de orientar os condutores e explicar o porquê da adesão da prefeitura de Cuiabá a essa Jornada, agentes fiscais de trânsito realizaram uma blitz educativa na Rua Treze de Junho distribuindo rosas aos condutores e explicando a importância da Jornada Na cidade sem meu carro, para chamar a atenção e deixar a blitz mais charmosa houve distribuição de rosas.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Curitiba - ONGs movimentam Jornada Na Cidade Sem Meu Carro

Mesmo sem a adesão da prefeitura a população de Curitiba foi às ruas e reivindicou por uma cidade melhor, justa e democrática.No dia 22 de setembro o movimento "Bicicletada" realizou um passeio ciclístico que saiu da Reitoria da Universidade Federal do Paraná. Logo após o passeio foram pintadas faixas de ciclistas na Augusto Stresser, com o intuito de chamar a atenção de cidadãos, motoristas, autoridades e responsáveis pelos projetos de mobilidade urbana. Esse ato contou com o apoio da vizinhança local.
Este tipo de manifestação da sociedade civil é de suma importância para mostrar para as autoridades locais as demandas da população. Porém infelizmente com esta ação todos foram parar na delegacia do Meio Ambiente pois, segundo os policiais, o ato caracterizava um 'atentado ao meio ambiente'.
Para os participantes o ato mostrou como é fácil construir ciclofaixas e que as autoridades deveriam se preocupar mais com a Bicicleta, um transporte limpo, eficiente e desprezado.
O Instituto Ruaviva parabeniza a manisfetação de Curitiba.









quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Rio de Janeiro - Na cidade Maravilhosa , evento maravilhoso


(foto retirada do site www.ta.org.br)
A Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro em conjunto com a Associação Transporte Ativo, celebrararão no dia 22 de setembro o Dia Mundial sem Carro.O objetivo foi incentivar o uso dos transportes públicos integrados ao uso de bicicletas e valorizar a qualidade de vida através de formas sustentáveis de locomoção.
Confira as fotos e informações dadas pela Ong Transporte Ativo:

(foto retirada do site http://www.ta.org.br/)
Um passeio ciclístico com aproximadamente 200 participantes teve início às 10h na Av. Delfim Moreira, no final do Leblon. Os participantes seguiram pela ciclovia, através de Ipanema, em direção à Copacabana, onde encontraram interditada ao tráfego de automóveis a pista da Av. Atlântica junto à orla. Na pista aberta ao uso exclusivo de pedestres e ciclistas, das 7h às 18h, entre as ruas Santa Clara e Figueiredo de Magalhães, foram realizadas atividades lúdico-educativas, tendo como temas: trânsito, mobilidade por bicicleta, meio ambiente, saúde e cidadania.
Neste dia, com apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, foi permitido o embarque de ciclistas com bicicletas, sem acréscimo nas passagens, em todas as estações do metrô e nas estações de trem de Saracuruna, Belford Roxo, Austin, Campo Grande e Central. Podia-se desembarcar na Estação do Metrô de Cantagalo e sair pedalando em direção à Av. Atlântica, utilizando o acesso à praia pela rua Xavier da Silveira, que estava interditada aos veículos motorizados também das 7h às 18h.




Ubatuba - Reflexão sobre 2 rodas

Em Ubatuba objetivo de conscientizar a população sobre o Dia Mundial “Na Cidade Sem Meu Carro”, foi alcançado. Várias pessoas de todas as idades participaram. Muitas pessoas passeavam de bicicletas pela ciclovia que fica à beira-mar, tomaram conhecimento das finalidades da Campanha .
Foi uma Campanha diferenciada de tantas outras, cuja diferença é de fazer com que as pessoas reflitam mais sobre os problemas causados pelo modelo de mobilidade centrado no automóvel.
Confira as fotos:
Equipe de Trabalho: Coordenadoria de Trânsito - Moacir, Josiane, Ana Maria, Karina, Mayara, Amauri, Marlon Lopes (Coordenador de Trânsito) e Adão.
Ônibus cedido pela Empresa local que aderiu a Campanha.

Colocando na urna seu cupom para o sorteio.

Passeio Ciclístico .

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Salvador - Continuidade

A Ong ambientalista Bem Comum, interditou o trânsito no sentido Ondina ao Farol da Barra, e abriu o evento com a ala de ciclistas carregando faixa e distribuindo panfletos para a comunidade soteropolitana.Havia trio elétrico, banda da policia, baianas em trajes típicos, ala de idosos, de crianças, distribuição de brindes, etc.
A Superintendência de Engenharia de Tráfego participou oficialmente do evento, juntamente com a Policia Militar, a Salvar, a Limpurb.
Para que este tipo de reflexão não fique presa ao dia 22 de setembro, pretedem uma vez por mês realizar uma bicicletada com o objetivo de chamar a atenção das autoridades para a melhoria das condições de mobilidade dos usuários de bicicleta em Salvador e também incentivar e promover o uso da bicicleta como meio de locomoção e transporte, lazer e esporte nas regiões urbanas e rurais.



terça-feira, 25 de setembro de 2007

Eduardo suplicy adere a Jornada Na Cidade Sem Meu Carro

No Dia Mundial Sem Carro, o senador Eduardo Suplicy(PT-SP) compareceu a evento no Sesc paulista e fez o percurso de bicicleta. Em seguida, ele foi para o Parque do Ibirapuera (Foto: Filipe Araújo / Agência Estado)

VII Jornada Na Cidade Sem Meu Carro

Vídeo gravado na reunião realizada pelos Ministérios das Cidades, do Meio Ambiente, da Cultura, do Esporte, da Saúde e da Educação, com a proposta de integrar suas políticas públicas e reafirmar o objetivo de construir cidades socialmente includentes, ambientalmente saudáveis e com espaços mais humanos para convivência entre as pessoas. Propostas da VII Jornada Na Cidade Sem Meu Carro
Foi realizado no dia 21 de setembro de 2007 em Brasília/DF.



segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Algumas iniciativas de Sucesso.

São Luís - MA
A VII Jornada Brasileira Na Cidade Sem Meu Carro em São Luís, capital do Maranhão, foi um sucesso sobretudo no aspecto da divulgação. O evento foi realizado em parte da Pça Deodoro no centro , contando com cobertura de toda a mídia local.
A prefeitura , através da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte conseguiu firmar várias parcerias: Sest/Senat, Detran/Ma, Polícia Rodoviária Estadual, Brigada Mirim do Corpo de Bombeiros, Instituto Municipal de Controle Ambiental, Instituto de Produção e Renda, Fundação Municipal da Criança e Assistência Social, Instituto Flórense dentre outros.
Foi um dia de reflexão sobre a cidade que nós queremos e que é possível vivermos em uma cidade aprazível com qualidade de vida.
Todos juntos construiremos uma cidade melhor, levando em consideração os aspectos peculiares desta capital, fundada por franceses, porém a mais portuguesa das cidades brasileiras, com seu rico conjunto arquitetônico que a fez Cidade Cultural Patrimônio da Humanidade.

Macéio - AL

Este ano, Maceió aderiu à jornada na "Cidade Sem Meu Carro" e pretendem torna-la permanente, como todas as cidades adeptas já o fazem. O evento foi realizado na rua Cincinato Pinto, do centro. A iniciativa foi bem aceita pela população e por todos os parceiros (Órgãos de trânsito, meio ambiente, alunos de escolas públicas e particulares e etc).

Blumenau - SC

Rua de Lazer montada na Alameda Rio Branco . Ele foi o principal ponto de encontro no sábado. Todos levaram suas bicicletas e puderam participar de atrações como os brinquedos infláveis do Grêmio Esportivo Olímpico, vivenciar as regras de trânsito em cenário montado pelo Seterb, conhecer os malefícios da poluição dos carros em demonstrações da Faema. Viram ainda os cadeirantes da Abludef jogar basquete. A empresa Mormaii Bikes, mostrou seu mais novo lançamento o Patstp, um patim impulsionado por step. E mais três passeios ciclísticos, um deles com a presença do prefeito João Paulo Kleinübing e seu secretariado.

Dia Mundial Sem Carro no Jornal Nacional

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM734057-7823-BRASIL+PARTICIPA+DO+DIA+MUNDIAL+SEM+CARRO,00.html

DISPA-SE DO SEU CARRO!

Hoje é Dia Mundial Sem Carro. Sabe aquela bicicleta que você deixou no cantinho, ela deve estar com saudades de colocar seus pneus em movimento. Quem sabe um passeio no parque, ou simplesmente sair para aquele compromisso com amigos do outro lado da cidade. Ta certo! Você não é mais o mesmo. Vai colocar os bofes para fora, ter taquicardia, dores abdominais, eu entendo. Mas isso é sinal que você anda muito de carro. Este é o dia para iniciar. Tudo bem, você não tem bicicleta. Então nada de fazer compras do outro lado da cidade, ou no shopping. Coloque seu tênis velho ou novo e saia pelo bairro, ou simplesmente uma sandália. Vai descobrir coisas interessantes. Um barzinho novo, a reforma na padaria que você não tinha notado o seu Antônio regando o jardim, o quanto cresceu a Marcela, filha da Jacira, que estudou com você há tempos atrás.

Passe no boteco, da esquina, aquele com cheiros fortes do teu tempo de infância, peça um refrigerante gelado, encoste-se na parede ao lado de fora com um pé apoiado no chão e outro na parede (deixando aquela marca registrada) e fique olhando o tempo passar.

A vida sem carro tem outro ritmo, tem um ritmo humano. Hoje somos quase a extensão dos carros. É como se eles fossem nossas pernas e nosso corpo que simplesmente precisamos comandá-lo com botões, direção, pedais e claro, muito combustivel. Até para ir à padaria nos vestimos de automóveis.

O pior de tudo são aqueles/as seres que se sentem fortes e poderosos com sua roupa de aço e seu motor super potente. Eu sou meu carro! Sou belo/a, forte, atraente, veloz e quando se despe do carro, volta a ser aquilo que o carro não é, Humano/a! Mas a necessidade de vestir-se sempre desta couraça de "proteção", o faz entrar no carro para uma locomoção de 500 metros, coisa de 15 minutos andando.

Hoje experimente sair de casa sem seu possante e seja você mesmo/a possante. Tente, vai descobrir coisas muito interessantes ao seu redor. Ou se quiser ir mais longe, vá de coletivo (ônibus, metrô, etc.). Mas, o mais importante, vai ser descobrir que você não depende do carro. Será descobrir que seu corpo precisa de ar e de movimento, o que os carros estão tirando de você.

Por certo que caminhar e andar de bicicleta cansa o corpo e oxigena o cérebro, mas da uma sensação de prazer maravilhosa, você se lembra?

Seja você mesmo, não seu carro!

Márcio Cruz

Como foi seu dia sem carro?

Mandem notícias, fotos, depoimentos...

ruaviva@ruaviva.org.br

domingo, 23 de setembro de 2007

DIA SEM CARRO 2007!


Para quem procura novidades sobre o Dia sem Carro 2007 - Estamos preparando um cardápio de notícias do Brasil inteiro. Nós do Ruaviva participamos da Jornada aqui em Belo Horizonte e o que podemos contar é que na área restrita para carros no bairro Savassi vivemos uma cidade do sonho! Veja mais fotos:


Carro aprisionado, pessoas livres!


Rua dos Sonhos!!!!



E a galera curtiu!!!


Aguardem mais novidades da Jornada aqui no Blog amanhã!!!

SUCESSO ABSOLUTO!!!


A VII Jornada na cidade sem meu carro espalhou o desejo de uma cidade mais humana e com menos carros por todo o Brasil!


sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Rio do Sul -Inicitiva importante : Passe Livre



Parabéns à iniciativa de Rio do Sul.
São ações assim que contribuem para que a Jornada alcance o seu ideal: uma cidade melhor para todos!



Contagem, uma campanha pela acessibilidade



Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte participará da Jornada Na Cidade Sem Meu Carro interditando a avenida João de Deus Costa, no centro da cidade, no período de 9h às 16h.

A rua antes lugar prioritário dos carros será transformada em uma grande rua de lazer, com stands, show de percussão e do grupo de dança Excluance - Grupo “ADC – Associação dos Deficientes de Contagem.
Um fato inusitado é a exposição de viaturas e carros adaptados para pessoas com deficiência física .
O evento é realizado pela Transcon.

Associação Pernambucana de Defesa da Natureza


quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Salvador - Vamos ocupar o lugar que é dos ciclistas

A capital da Bahia, Salvador,procura nesta jornada incentivar e buscar perante ás autoridades, a melhoria das condições de mobilidade dos usuários de bicicleta em nossa cidade.
O grupo Ciclobahia - Comissão de Cicloativismo da Bahia já começou a reivindicar o espaço que é deles, através de faixas, bicicletas e etc...
No dia 10/09/07, participaram da Audiência Pública, promovida pela Câmara de Vereadores para debater o tema: Ciclovias e ciclofaixas em Salvador.
"Falta muita coisa para se fazer, mas estamos obtendo êxito aos poucos." - Diz Lucia Saraiva, Coordenadora da Ciclobahia.


www.amigosdebike.com.br
Conheçam a Campanha da CicloBahia:

Porque em Salvador?
O Ministério das Cidades lançou em 2004 o Programa Brasileiro de Mobilidade por Bicicleta. Eram R$ 62 milhões para as cidades implantarem sistemas cicloviários em todo o país. Se existe o recurso, o que falta para Salvador ter o seu sistema cicloviario? Talvez pressão? Bicicleta faz parte do trânsito! Movimento Massa Crítica.Avise todo mundo: No dia 22 de Setembro todos tem um compromisso com o meio ambiente. Vamos deixar nossos carros na garagem! Vamos andar e pedalar pela cidade, reconquistar e redescobrir os seus espaços!
22 DE SETEMBRO:
Dia mundial do Movimento Car Free - Na cidade Sem Meu Carro
Quem lidera esse movimento?
A Bicicletada não tem líderes. Existe por adesão dos que participam.
Qual o roteiro da Bicicletada?
Os participantes definem o percurso e duração.
Qual o objetivo da Bicicletada?
Demonstrar a viabilidade do uso da bicicleta na cidade como um efetivo meio de transporte e não só de diversão. É uma opção necessária à recuperação do meio ambiente.
Como participar?
1) Tire 5 cópias deste folheto e distribua entre seus amigos.
2) Compareça! Sinalize sua bike! Estampe uma camiseta com a frase

Campinas - Pedalando 24 horas contra o Aquecimento Global

8h30 - Passeio Ciclístico
Local:Saída do Ginásio do Taquaral e chegada no Largo do Rosário.
Trajeto:Av. Heitor Penteado até o balão da Av. Nossa Senhora de Fátima, Av. Norte-Sul, Av. Orosimbo Maia e Av. Francisco Glicério, chegando ao Largo do Rosário.

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Das 9h às 14h-Local: Largo do Rosário
*Intervenção Artística da artista visual Sylvia Furegatti;
*Apresentação da Bateria Alcalina;-Participação do Clube do Vinil;
*Apresentação teatral do Grupo Arte Intrusa - "Sua Atitude Muda Tudo";
*Exposição de oficina de arte;
*Tendas em parceria com as Secretarias de Cidadania, Trabalho, Assistência e Inclusão Social, de Planejamento, Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, com o Conselho do Idoso e o Conselho Municipal de atenção às Pessoas com Deficiência e com Necessidades Especiais (Cmadene);
*Tenda da Central Integra de Monitoramento de Campinas (CIMCamp);
*Tenda do Programa de Acessibilidade Inclusiva (PAI);
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13h - Pedalando 24 horas contra o Aquecimento Global
Local:Lagoa do Taquaral
Evento esportivo realizado em parceria com o Campinas Bike Clube, com o objetivo de conscientizar a população quanto à necessidade e à importância de mudança de hábitos individuais em relação aos meios de transporte e ao meio ambiente.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Campo Grande - No país do Futebol, dia sem carro é bola na rua.




Vitória - Incentivo a Carona Solidária

Vitória é uma capital relativamente pequena em relação às grandes metrópoles, mas já enfrenta os problemas da mobilidade urbana causado pelo número excessivo de carros circulando pelas suas vias. Na parte histórica não há espaço para expansão e os grandes corredores viários já estão passando por reformas de duplicação, o que está causando alguns transtornos temporários no trânsito.

Até em função das intervenções nas pistas, não haverá fechamento de vias para promoção da Jornada. Nesta VII Jornada na Cidade sem Meu Carro em Vitória, a prefeitura vai promover duas ações com o objetivo de reduzir a quantidade de carros nas ruas. Uma é a campanha da Placa de Destino da Carona Solidária, que será divulgada entre os servidores da prefeitura incentivando a oferta da carona. Serão disponibilizadas placas sinalizadoras dos destinos mais comuns, nas guaritas de saída dos prédios da administração, que o servidor interessado em pegar carona mostra para os motoristas que estão de saída. O motorista pára, combina com o caronista, que devolve a placa à guarita e segue no carro. Atualmente, vários servidores já praticam a carona de forma espontânea.

Outra atividade é o incentivo à caminhada em pequenos trajetos. Às vezes por medo da violência urbana, às vezes por comodismo, as pessoas têm o costume de se deslocar de carro para qualquer lugar, mesmo os mais próximos de casa ou do escritório. Vão de carro à padaria, à academia, à locadora, à escola das crianças, ou ao restaurante, que ficam a apenas alguns quarteirões de distância. Por ser uma cidade muito bonita, banhada pelo mar, com vários jardins, árvores e monumentos históricos, a caminhada, além de trazer os benefícios físicos, traz também o relaxamento mental, que ajuda a aliviar o estresse. Além da facilidade de encontrar amigos no trajeto, conhecer pessoas novas, enfim, de estar mais perto das pessoas nas ruas, o que reduz as desconfianças e favorece a solidariedade.

19 a 21, Jornada Internacional Na Cidade Sem Meu Carro.
19/09 (quarta). Incentivar pequenos trajetos a pé: matéria no site mostrando os benefícios das caminhadas, para a saúde e para o meio ambiente.

21/09 (sexta) Carona Solidária: campanha entre os servidores da PMV divulgando o uso da placa de destino da Carona Solidária, para reduzir o número de carros na rua.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Promessas de São Paulo

Recebemos hoje a carta de adesão da cidade de São Paulo assinada pelo Prefeito Gilberto Kassab.
Onde este se compromete a tomar algumas medidas permanentes, tais como:
*Criação de novas ciclovias;
*Criação de Paraciclos;
*Melhorias na infra-estrutura da cidade priorizando os pedestres(alargamento de calçadas,pavimento,travessias,semáforo, etc...);
*Criação de corredores exclusivos para transporte público;
*Modernização da frota de transportes coletivos(veículos limpos a GNV/combustíveis ecológicos, implementação de medidas tecnólogicas que aumentem a sua qualidade ou aceitação.);
*Melhorias na acessibilidade com pavimento tátil, eliminação de barreiras arquitetônicas e rampas para cadeiras de rodas(nos passeios e em edificações);
*Restrição a veículos de distribuição de mercadorias;

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Cidade - carros = qualidade de vida

Belo Horizonte, lançou ontem, através do Jornal do Ônibus, a campanha para a VII Jornada Brasileira Na Cidade Sem Meu Carro.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

UBATUBA - A capital do surfe lutando por uma cidade melhor

A Cidade de Ubatuba, no estado de São Paulo, participa pela primeira vez da Jornada Brasileira Na Cidade Sem Meu Carro. O evento acontecerá na praça Alberto Santos em Itaguá.


O objetivo da Jornada em Ubatuba é apresentar para a população o projeto "BIKELINE" que consiste na criação de uma ciclofaixa na Avenida da Praia.

Durante todo o Evento estará à disposição Transporte Coletivo para todos os participantes da Campanha.
Confira a programação:
10:00
- Início das atividades
- Concentração
- Lançamento Projeto “BIKELINE”

11:00
- Início das Inscrições:
- Passeio Ciclístico
- Cupom para desconto no comércio local
- Números para o sorteio de vários brindes
- Sorteio de 01(uma) bicicleta

12:00
- Apresentação com Artista de Rua “Surfista de Corrente”

12:30
- Apresentação Show de BIKER’S (no local)

14:00
- Concentração – Início para passeio Ciclístico
(Saída: Praça Alberto Santos até Caís do Porto)

15:30
- Retorno do Passeio Ciclístico
- Brinde para a bicicleta mais original
- Show com Artistas Populares
- Sorteio de vários brindes

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Dia "Na Cidade Sem Meu Carro" agora é LEI!

Nesta VII Jornada Brasileira Na Cidade Sem Meu Carro estamos colhendo frutos de muito trabalho e luta pela melhoria de nossas cidades e qualidade de vida.
O estado do Paraná e a cidade do Rio de Janeiro decretam lei à favor do Dia Na Cidade Sem Meu Carro.
Parabéns!
.
ESTADO DO PARANÁ
LEI Nº 1404 - 15/01/2007

Súmula: Institui no calendário oficial do estado do Paraná, o Dia Na Cidade Sem Meu Carro, a ser comemorado dia 22 de setembro.

(...)

Art. 1º: Fica criado no calendário oficial do estado do Paraná, o Dia Na Cidade Sem Meu Carro, a ser comemorado dia 22 de setembro.

Parágrafo único: As escolas incluirão o tema nos respectivos programas, com reflexões sobre o impacto do transporte individual na vida urbana, mostrando conseqüências como o agravamento da poluição do ar, as doenças provocadas pela poluição, o número de mortos e feridos em acidentes de trânsito e a falta de democratização do espaço público em decorrência da abertura ininterrupta das vias para o carro.
(...)
Palácio Dezenove de Dezembro, em 15 de janeiro de 2007.
Hermas Brandão
Presidente
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CIDADE DO RIO DE JANEIRO

DECRETO N.º 28334 DE 20 DE AGOSTO DE 2007.

O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais, e considerando que no dia 22 de setembro comemora-se o Dia Mundial Sem Carro; considerando que o Rio de Janeiro possui vocação ao transporte ciclístico; considerando os investimentos feitos pela Prefeitura do Rio em ciclovias por toda a cidade; considerando a importante questão do aquecimento global, tema de relevância mundial; e considerando a vocação turística, o belo cenário, o lazer ao livre, todas as características de nossa Cidade Maravilhosa, DECRETA:
Art. 1.º Os órgãos municipais priorizarão o exame dos pedidos de realização de eventos, ao ar livre, para a comemoração e apoio ao Dia Mundial Sem Carro.
Art. 2.º Tais eventos devem atender aos necessários requisitos constantes das normas municipais.
Art. 3.º As Subprefeituras darão total apoio às iniciativas nos bairros que visem estas atividades.
Art. 4.º A Secretaria Municipal de Transporte, através da CET-Rio, bem como a Guarda Municipal organizarão Aulas de Noções Básicas de Trânsito, Ciclovias e Condução de Bicicletas para crianças e adultos integradas as atividades que ocorrerem no Dia Mundial Sem Carro.
Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Rio de Janeiro, 20 de agosto de 2007 – 443º ano da fundação da Cidade.

CESAR MAIA

Porto Alegre celebra a Rua da Paz

Em Porto Alegre, cidade pioneira da Jornada, este ano no dia 22 de setembro será comemorado com a criação da RUA DA PAZ. A idéia é descaracterizar o perímetro como espaço dedicado ao automóvel, transformando o ambiente num local de livre circulação para as pessoas. Para isso, pretendemos criar um ambiente diferente com área gramada no próprio asfalto, com bancos de madeira e mesinhas com guarda-sóis e estacionamento pra bicicletas. O espaço conterá tendas para escolas e parceiros, assim como espaços caracterizados para as apresentações artísticas.

A Avenida Praia de Belas será fechada, somente no sentido centro-bairro, no trecho entre a Avenida Ipiranga e Rua Ganzo, no período das 9h00 às 17h00.
A comunidade que circula pela rua poderá interagir, passeando tranqüilamente e refletindo sobre a nova forma de utilização do espaço público. A idéia é estimular naturalmente a manifestação da mídia e chamar a atenção das pessoas para uma melhor qualidade do espaço urbano.
No local, haverá espaço para exposição dos trabalhos das escolas, monitoramento da qualidade do ar e nível do ruído viabilizando dados comparativos com sábados anteriores, espaço para fotografias, blitz educativa nas proximidades do evento, exposição e aluguel de bicicletas, diagnóstico de doenças, apresentação de peças teatrais, um passeio de mobilidade alternativa com bicicletas, skates, patins, sorteio de uma bicicleta aos participantes do passeio, distribuição de camisetas e bonés para participante do passeio e os que também se envolverem em uma caminhada que pretende encerrar o evento com cartazes e bicicletas decoradas com mensagens em alusão ao evento.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Manaus - Descobrindo uma nova forma de preservação

A cidade de Manaus, cercada pela Floresta Amazônica, e seus 1.541.044 habitantes, participará da Jornada pela primeira vez este ano.
Contará com um evento grande, à altura de nossa grandiosa Floresta Amazônica. Uma vez que a Jornada Na Cidade Sem meu Carro surgiu a partir da preocupação relacionada com a qualidade de vida e o meio ambiente.
Nos perímetros do evento, só poderão circular: transportes coletivos, bicicletas, entre outros transportes alternativos.

Confira a programação:

1. Sonorização e atrações musicais no palco.
2. Grupos de ciclistas com caminhada e concurso;
3. Muro de escalada, com participação de escaladores profissionais;
4. Atividades culturais, tais como, peças de alunos das escolas municipais com temática voltada para educação ambiental e no trânsito;
5. Disponibilizar espaços interativos no local com acesso à internet;
6. Distribuição de 1.500 mudas frutíferas e ornamentais;
7. Demonstração espontânea da medição do escapamento do veículo. Cartilhas circularão pelo evento, demonstrando o cálculo para medir o escapamento do veículo e sobre os benefícios do carro regulado;
8. Ambiente do Terror, divide-se em 5 etapas:
§ Tráfego e extinção de animais silvestres.
§ Invasão de espécies exóticas – Caramujo africano.
§ Poluição do ar, da água, do solo e sonora.
§ Desmatamento.
§ Conscientização.

Programação à ser fechada:

1. Stand da Petrobras demonstrando o gás veicular;
2. Stand Caloi, Sundown;
3. Concurso de redação: "NOSSA CIDADE É MELHOR SEM CARROS";
- Realização de concurso de redação sobre o Tema: "NOSSA CIDADE É MELHOR SEM CARROS", enfocando a qualidade de vida e do meio ambiente em cidades menos poluídas e mais conscientes do uso do transporte individual, da ocupação do espaço público e dos direitos e deveres do cidadão.
- Divulgação em escolas.
- Entrega de prêmio (bicicleta) para o ganhador (parceria com Caloi).
4. Palestras:
-Guardas de Trânsito, Agentes Ambientais e parceiros (Petrobrás - falando sobre os benefícios do carro a gás), realizando palestras junto ao público no sentido de informar e aguçar o interesse pelos novos conceitos de cidadania e mobilidade, realçando principalmente o uso consciente do automóvel, valorizando e priorizando as formas de transportes coletivos, alternativos ou o uso racional do automóvel (carona).
-Os benefícios da caminhada e do ciclismo / efeitos da poluição do ar e sonora.
5. Apresentação de peças teatrais (ex: peças que tenham a ver com a temática do evento e peça teatral da praça do Teatro Amazonas, que atrai bastante ao público);
6. Palhaços;
7. Passeata no centro da cidade: “VOU DE BICICLETA”. Com a participação de ciclistas usando camiseta do projeto, fazendo ao mesmo tempo, um concurso: o ciclista que chegar em 1º lugar ganha um prêmio (bicicleta, boné, chaveiro, etc);
8. Exposição de tecnologias não poluentes (bicicletas – parceria com Caloi, Sundaw, veículos elétricos, viaturas a Gás, veículos com sistemas duplo de combustível e micro-carros ecológicos); 9. Grupo de dança de rua;
10. Tenda de projeção de filmes e animações sobre o tema:(ex: Al gore / desenhos, etc);
12. Mesinhas com guarda-sóis, onde as pessoas possam interagir umas com as outras conversando, passeando tranqüilamente e refletindo sobre uma nova forma de utilização do espaço público, o porquê de uma cidade com menos carros e a qualidade de vida;
13. Gincana entre escolas participantes sobre Educação para o Trânsito;
14. Jogos tradicionais para crianças;
15. Tenda de artesanato;
16. Piquinique;
17. Aulas de ginástica / aeróbica na rua
18. Debate sobre a utilização do automóvel, problemas e soluções.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

SÃO PAULO - UMA GRANDE CIDADE, UMA GRANDE JORNADA


Este ano a Jornada Na Cidade Sem Meu Carro ganha uma adesão de peso, São Paulo pela primeira vez entra para valer nessa luta!

Visite o site http://www.nossasaopaulo.org.br/ e veja a programação!

" VAGAS VERDES" EM BELO HORIZONTE


Em Belo Horizonte, com o objetivo de mobilizar a população e a imprensa para a VII Jornada Na Cidade Sem Meu Carro, estão sendo realizadas as Vagas Verdes, uma iniciativa do Comitê BH pela mobilidade sustentável, juntamente com a BHTRANS e com o Instituto Ruaviva. Neste espaço estagiários do CEFET-MG e da Faculdade Newton Paiva juntamente com outros participantes do Comitê, ocupam o espaço que geralmente é destinado aos automóveis e convidam a população a participarem da Jornada e tentam ainda fazer um trabalho de conscientização da importância de se pensar em formas mais sustentáveis de mobilidade.

Já aconteceram duas Vagas Verdes, e estão previstas ainda outras quatro até o dia 20 de setembro.


sexta-feira, 7 de setembro de 2007

22 DE SETEMBRO

UM DIA MELHOR PARA TODOS

O objetivo deste espaço informar a todos aqueles que apoiam o Ruaviva e a Jornada Na Cidade Sem Meu Carro, sobre as novidades e conquistas a cerca da Mobilidade Urbana Sustentável!